Obama recua e é obrigado a reconhecer que atentado é “ato de terrorismo e ódio”

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Do jeito que as coisas estão, parece que é o fim da campanha de Hillary Clinson. Como lemos no UOL, Obama teve que reconhecer no atentado à boate de Orlando um “ato de terrorismo e ódio”:

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chamou de “ato de terrorismo e de ódio” o ataque a uma boate gay na cidade de Orlando que resultou na morte de pelo menos 50 pessoas e deixou outras 53 feridas.”

Sabemos o suficiente para dizer que isso foi um ato de terrorismo e de ódio”, afirmou Obama, ao ler um breve comunicado na Casa Branca, acrescentando que o crime “não pode mudar o que somos”.

O atirador foi identificado como o cidadão norte-americano Omar Saddiqui Mateen, 29, filho de imigrantes afegãos. Segundo o FBI, Omar era investigado por suspeita de ligações com o Estado Islâmico.

Sim, um ato de “terrorismo e ódio” praticado por um membro do Partido Democrata, que pertence ao grupo que a esquerda norte-americana adora proteger: os islâmicos radicais. Este é claramente um recuo obrigatório no discurso típico dessa gente, que adoraria dizer que não há “elementos de terrorismo no atentado”. Está feio, Obama, muito feio para vocês do Partido Democrata…

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