Testemunhas do PT falam só para a claque na Comissão do Impeachment

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Já que na Comissão do Impeachment os petistas (e suas “testemunhas”) só apelam para baixarias, hoje tiveram um tratamento inesperado e que provavelmente deve ter irritado muito os chiliquentos: ficaram falando só para a claque petista, como diz o Congresso em Foco:

Esvaziada e com pouca discussão. Assim terminou a reunião da comissão do impeachment desta terça-feira (14), que ouviu no Senado as primeiras duas testemunhas de defesa da presidente Dilma. Depois de um primeiro tempo com debates e indagações ao depoimento do ex-secretário-adjunto da Casa Civil Gilson Bittencourt, o colegiado ouviu com poucas interrupções o testemunho do ex-secretário de política agrícola do Ministério da Agricultura André Nassar.

Os senadores que compõem base do governo Temer optaram por não fazer perguntas a André Nassar. O objetivo – alcançado – foi evitar que a sessão se estendesse e retardasse o processo de impeachment. Antes mesmo do presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), declarar o fim da reunião, a maioria dos senadores pró-impeachment já havia deixado a sala da comissão rumo ao plenário, onde já começavam as votações do dia. A tática deve ser repetida em todos os dias de votação em plenário, bem como na maioria dos depoimentos das testemunhas de Dilma.

Advogado de defesa de Dilma, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo condenou a atitude dos governistas. “Acredito que possamos ter três explicações para a ausência dos parlamentares: querem acelerar o processo, estão satisfeitos com as explicações, ou estão com receio das respostas”, ponderou.

Integrante do grupo pró-impeachment, que tem ampla maioria na comissão, a senadora Simone Tebet (PMDB-MS) disse que não faria perguntas a André Nassar porque a testemunha não tem formação jurídica, nem trabalhou no Banco Central. Pré-requisitos que, segundo a peemedebista, são necessários para que o ex-secretário do Ministério da Agricultura esclareça dúvidas sobre os supostos crimes de responsabilidade de Dilma. […]

Uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma, a advogada Janaína Paschoal questionou a necessidade da defesa ter indicado 40 testemunhas para depor. Segundo ela, André Nasser foi um exemplo de que grande parte dos depoentes indicados pela defesa são inúteis para o processo. “O objetivo é atrasar. Nunca vi um processo onde o rol de testemunhas é alterado constantemente. Eles querem postergar por 180 dias para esperar Dilma voltar”, disse ao Congresso em Foco.

Eis uma bela jogada, que atrapalha as chicanas e armadilhas da petralhada. E com certeza isso irrita muito essa gente petista que tem como parte de sua estrtégia passar a vida incomodando os outros com suas enrolações.

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1 COMMENT

  1. Qual é a vantagem para os petistas de prolongar o processo? Quanto mais tempo levar o processo, mais tempo o brasileiro vai ter para perceber a diferença entre o Temer e a Dilma.

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