Citação a ‘Tomás Turbando’ por JEC espalha feito peste na grande mídia

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Pois é, JEC, a coisa não anda fácil, não é mesmo? Com o discursinho embusteiro do “golpe” caindo no ridículo, o que sobra senão o esperneio? Talvez por isso JEC tenha cometido um erro tão grave como aquele já comentado pelas redes sociais e aqui comentado na coluna de Lauro Jardim para O Globo:

José Eduardo Cardozo, ao listar agora há pouco uma série de juristas que assinaram pareceres em defesa de Dilma, citou um tal “Tomás Turbando Bustamante”, exatamente, aliás, como apareceu nas notas taquigráficas da sessão.

Cardozo citou um cacófato, não uma pessoa.

Na verdade, Cardozo se referia ao jurista Thomas da Rosa de Bustamante, professor de filosofia do direito da UFMG, que escreveu um parecer apresentado pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), defendendo a junção do pedido de impeachment de Temer ao de Dilma.

Eis o momento inesquecível:

Aliás, o leitor Leandro Cardim da Silva escreveu o seguinte, satirizando o caso:

Quais são os luminares juristas que até agora, com exímia proficiência, fundamentaram as teses que corroboram a inocência da Dilma?

Dr. Tomás Turbando, Dr. H. Romeu Pinto, Dr. Jacinto Leite Aquino Rego, Dra. Paula Tejano, Dra. Eva Gina Berta, Dr. Paulo Brificado, Dra. Isadora Pinto, Dr. Mijaro Nomuro…mais algum ilustre cujo nome me falta?

Hue, hue, hue…

Abaixo veja a nota taquigráfica:

Que fase, que fase…

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10 COMMENTS

  1. O critério do Cardozo para adotar esse jurista Tomas Turbando é o padrão clássico da esquerda: fazer justiça com as próprias mãos.

  2. Isso me lembra uma historinha:
    Heribaldo Costa, professor, jurista ilustre, era inimigo do diretor do Diário do Povo, de Fortaleza, Jáder de Carvalho (pai do jornalista e ex-senador Cid Carvalho). O jornal assim noticiou sua volta de uma viagem:
    “Chegou da Europa o ilustre professor Hericaldo Bosta”.
    O professor entrou na Justiça e o jornal foi condenado a se retratar na primeira página. Jader de Carvalho escreveu uma alentada nota de retratação:
    “Esse jornal, sem querer, por equívoco gráfico, cometeu um erro imperdoável. Chamou de Hericaldo Bosta o ilustre professor de nossa Faculdade de Direito. Sabem os leitores que jamais este jornal poderia chamar de Hericaldo Bosta um intelectual do nível e do renome do ilustre professor da Faculdade de Direito. Até porque jamais soubemos que o ilustre mestre se chamasse Hericaldo Bosta.
    Mas errar o nome de personalidades ocorre em todos os jornais do mundo. Acabamos chamando de Hericaldo Bosta o venerando catedrático da Faculdade de Direito. Cumprindo determinação judicial, estamos nos desculpando e informando aos leitores que, em vez de Hericaldo Bosta, o verdadeiro nome do distinto professor é Heribosta Caldo.”

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