Machado delata Requião por receber doação da JBS Friboi

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Conforme diz o Ucho.Info, agora o bolivariano barra-pesada Roberto Requião caiu na delação. Lembre-se que Requião apoia Dilma incondicionalmente e endossou até a ditadura de Nicolas Maduro. Leia mais:

Inveterado defensor dos fracos e oprimidos, crítico feroz do ‘capital vadio’ e devoto da Carta de Puebla (opção preferencial pelos pobres), o senador paranaense Roberto Requião (PMDB) foi envolvido em situação, no mínimo, constrangedora. É citado na delação do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, como um dos beneficiários das doações feitas pela JBS ao PMDB.

Questionado sobre essa contradição flagrante entre suas prédicas e práticas, Requião afirmou, por meio do seu advogado, Luiz Fernando Delazari, que todas as doações feitas pelo grupo empresarial à sua campanha de 2014 (quando disputou e perdeu o governo do Paraná) foram legais e oferecidas pelo Diretório Nacional do Partido a todos os candidatos do PMDB. “As doações foram feitas por repasses do Diretório Nacional e pela campanha de Michel Temer e oferecida a todos os candidatos do partido nas eleições de 2014. Não há irregularidades”, afirmou.

A declaração dos doadores de campanha de Requião ao TSE mostra que o senador recebeu R$ 2,4 milhões do grupo empresarial JBS Friboi, controlador do frigorífico Friboi, entre outras marcas. Desse valor, R$ 500 mil foram destinados à campanha de Requião ao governo do Paraná pelo Diretório Nacional do PMDB. Outros R$ 400 mil foram encaminhados por meio da campanha de Michel Temer à vice-presidência. Outro R$ 1,5 milhão foi doado pela JBS diretamente ao senador.

Delazari, que foi tesoureiro da campanha em 2014, também afirmou que todas as doações foram declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral. “O próprio Machado não disse que as doações foram irregulares. Na nossa campanha, tudo foi declarado ao TSE e não há nenhuma irregularidade”, completou.

Roberto Requião aparece na delação de Sérgio Machado como um dos senadores que teria sido beneficiado por um suposto acordo entre PT e PMDB para a intermediação de doações de campanha da empresa JBS para a bancada peemedebista no Senado. Machado contou aos procuradores que encontrou um diretor da JBS, Francisco Assis e Silva, em uma das reuniões que aconteciam na casa do presidente do Senado, Renan Calheiros. Na ocasião, Assis e Silva teria afirmado que estava “ajudando em diversas campanhas políticas”.

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