Procurador lembra que imóvel funcional e foro privilegiado não são bancas de impunidade

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O Estadão deixa bem claro o nível da mutreta em que se baseiam aqueles protestando contra as buscas no apartamento de Paulo Bernardo (e sua esposa Gleisi):

O procurador da República Andrey Borges de Mendonça, que integra a força-tarefa da Operação Custo Brasil, disse que ‘não se pode transformar o foro por prerrogativa e os imóveis funcionais em bancas de impunidade’.

Andrey defendeu a legalidade da missão de busca e apreensão realizada no apartamento onde reside a senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR) com o marido Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento (Governo Lula) e de Comunicações (Governo Dilma) – ele apontado na Custo Brasil como o principal beneficiário do milionário esquema Consist.

“Não há nenhum tipo de imunidade territorial, imunidade de imóveis”, afirmou Andrey. “O único tipo de imunidade no Brasil é de Embaixadas. Na Constituição e no Código de Processo Penal não há nenhum tipo de restrição a essas medidas (buscas em apartamento funcional de político).”

A única coisa que resta aos petistas é a gritaria e o esperneio. Segundo a lei, as buscas foram impecáveis.

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