Deputado do PSDB luta para acabar com obrigatoriedade de contribuição sindical

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Paulo-Martins

Uma das leis mais fascistas do Brasil pode ser revista, como mostra o Radar on-line:

O PSDB vai trabalhar para aprovar na Câmara um projeto do deputado Paulo Martins que acaba com a obrigatoriedade do imposto sindical.Segundo o deputado, cabe ao trabalhador decidir se quer ou não contribuir, visto que nem sempre os sindicatos e as centrais estão de acordo com as convicções de quem acaba dando seu próprio salário para financiar manifestações políticas.

O sindicalismo é sempre legítimo (como são legítimas quase todas as agremiações de pessoas que agem voluntariamente e dentro da lei). Mas a obrigatoriedade de pagamento a uma organização da qual alguém não quer fazer parte é totalitarismo. Este projeto de lei é um sopro de civilização no afã de tirar da frente uma lei truculenta e cavernícola.

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11 COMMENTS

  1. Infelizmente, essa questão é uma faca de dois gumes. A CUT, por incrível que pareça, é forte defensora do fim do Imposto Sindical, pois isso eliminaria seus concorrentes (grupos sindicais menores) que dependem desse imposto enquanto a CUT está de posse de sindicatos poderosos, que sobreviveriam sem o tal imposto.

    Sou petroleiro e vejo como os empregados mais antigos sofreram lavagem cerebral e foram fanatizados pelo PT. Como a CUT sempre foi anti-meritocrática, vários dos benefícios que os empregados e servidores públicos possuem são para toda a categoria (o que não deixa de ser válido, já que não existe meritocracia no serviço público), fazendo com que pessoas de baixa qualificação tivessem angariado benefícios assombrosos. Principalmente por isso, esses empregados antigos são defensores e coniventes com os crimes do PT.

  2. Putz! Ate que enfim essa excrecencia pode acabar. E o mesmo deve proposto para os partidos politicos: seus afiliados que os banquem, nao o dinheiro publico

  3. Temo que dificilmente ele vá passar, pois o lobby é forte. Talvez fosse melhor enviar como projeto de iniciativa popular, para garantir uma pressão maior. Seria facílimo pegar assinaturas de um projeto que vai fazer com que as pessoas deixem de pagar um imposto.

    • Como comentei a cima, o lobby é forte a favor do fim desse imposto, pois sobreviveriam apenas os sindicatos de categorias economicamente mais fortes e por isso mesmo aparelhados pela CUT/PT.

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