Professor é atacado por milícia de extrema-esquerda na USP

15
93

23032010FFLCH006

Mais uma vez as milícias de extrema-esquerda atacam uma pessoa em posição de vulnerabilidade, demonstrando que não largam mão das mais perversas táticas do fascismo.

Desta vez, cercaram um professor da FFLCH, lançando sobre ele falsas acusações de racismo. As informações são da comunidade USP Livre:

Racismo e fascismo no coletivo negro.Causa que iniciou-se clamando por respeito, ganha ares de Eugenia…

Na última sexta (1), o vice-diretor da FFLCH-USP, Prof. Dr. João Roberto Gomes de Faria, foi cercado por um coletivo e cinicamente chamado de racista, por ter discordado da representante do movimento em uma reunião.

Sem querer dar ouvidos, o calaram, xingaram e entoaram marchinhas e frases prontas em conjunto, puxadas por sua líder. Também não vieram por paz ou negociação, mas para impor suas vontades e intimidar. Como qualquer movimento fascista faria.

Por uma USP Livre de quaisquer racismos…

O nível de insegurança causado nas universidades e escola pelas milícias da extrema-esquerda está tornando cada vez mais arriscada a vida das pessoas comuns. Pessoas simples, que apenas querem viver suas vidas e trabalhar, sofrem extrema violência psicológica. Claramente este professor deveria processar cada um dos alunos agressores, que deveriam ser expulsos, para segurança dos demais alunos e professores. Assistam o absurdo:

Lembre-se que a USP é bancada com dinheiro público. Se o dinheiro para manter essa estrutura advém de nossos impostos, ele não pode ser utilizado para financiar terrorismo. Se a USP permite coisas desse tipo, é cúmplice e deve ser punida. É importante que aqueles que se posicionem contra tais práticas terroristas se manifestem, filmem e ajudem com evidências. Violências desse tipo não podem ficar impunes.

Curta-nos e siga-nos no Facebook para receber todas nossas atualizações!

Para adquirir o livro “Liberdade ou Morte”, você pode consultar o site da Livraria Cultura ou da Saraiva.

Advertisements
Anúncios

15 COMMENTS

  1. Mas só fazem isto Pt os políticos permitem ou melhor o governo de um modo geral está pouco se importando com a população todos são corruptos e com o rabo preso!!!!

  2. A melhor coisa a fazer e fechar as portas dessa universidade, nao colocando o nosso dinheiro para mante-la, pois esses omunistinhas vagabundos que la estao, nao querem saber de estudar e sim fazer arruacas. Fechem as portas e se quiserem estudar, terao que ir para universidade particular, ai eu quero ver e esses esquerdopatas vao ter condicao de pagar. As universidades publicas devem ficar abertas para aqueles que querem realmente estudar.

  3. É por esse tipo de conduta que o racismo está aumentando. Todos somos iguais e temos que chegar as universidades da mesma forma; sendo aprovado no vestibular. Sou contra qualquer sistema de cotas, hoje com a internet só não estuda quem não quer. A segurança da USP deveria atuar contra esses grupos que estão na universidade para tumultuar.

  4. Que curioso! Eu estou sob ataque destes mesmos esquerdistas desde 2011. Em 2013 então foi uma vergonha. Foi solicitada sindicância a esta mesma direção da FFLCH que apurou que “nada aconteceu”, mesmo com processo na Justiça correndo solto, meu nome pichado na porta desta faculdade fazendo trocadilhos, jornal comunista que circulou na USP fazendo acusações, evento oficial do Departamento de Geografia onde fui acusado e difamado e ainda por cima toda a perseguição que sofro dentro da USP. Depois eles vêm com a alegação que eu “não produzo artigos científicos”. Quando que o Ministério Público vai atuar na USP?

  5. Meus caros eles estão em toda parte , estudo em universidade privada e já sofro perseguição, não tenho direito de me posicionar sobre NADA, se opino , eles não me permitem nem mesmo explicar sobre meu ponto de vista, já começam a criar motins, a falar alto, a me difamar homofóbica, ignorante, ridicularizar, e começam a debochar pobre de Direita” à favor da cultura européia, família católica” é realmente lamentável.

Deixe uma resposta