Mesmo com audiência similar, Record ganhou bem mais que SBT no governo Dilma

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Como vimos agora há pouco, Dilma cortou verba da TV Globo em 2015 por questões de pressão política, configurando de forma oficial, enfim, que seu governo era ditatorial (no padrão das tiranias modernas, conforme mapeia William Dobson em seu seminal livro “Escola de Ditadores”). O mesmo jornalista que havia noticiado este absurdo praticado por Dilma, Fernando Rodrigues, também expôs outra violência econômica: emissoras com mesmo padrão de audiência recebiam valores diferentes. Leia mais, ainda conforme a Jovem Pan:

Depois da TV Globo, TV Record e SBT têm as maiores audiências e muito semelhantes. Ambas registraram média de 5 pontos de audiência no Ibope em 2015.

Todas as emissoras de TV tiveram verbas federais cortadas, mas a Record, ligada ao bispo Edir Macedo e à Igreja Universal do Reino de Deus, teve a menor perda (de 14%).

A Record recebeu R$ 127 milhões a mais que o SBT em 2015. Ou seja, embora a audiência das duas seja muito parecida, a diferença na verba publicitária foi enorme.

A empresa de Silvio Santos recebeu 115,4 milhões. Já a TV do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, aportou 242,9 milhões de publicidade estatal sob Dilma no ano passado.

Duas emissoras de audiência idêntica foram tratadas de maneira muito diferente.Havia a expectativa, por parte do Palácio do Planalto, que houvesse um tratamento mais favorável ao governo Dilma pela TV Record. Isso era muito ouvido em Brasília no ano passado.

A gente vê como o dinheiro de publicidade foi usado pelo governo federal para tentar fazer política, e não simplesmente divulgar informações de interesse público, a finalidade oficial das propagandas estatais.

Quase sempre as propagandas do governo não têm nada a ver com utilidade pública. São apenas peças para fazer proselitismo do governo em voga.

Caso encerrado: uma nova evidência de que o governo Dilma foi uma ditadura.

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