Possível aliança entre PSDB e PT pode implodir de vez imagem tucana

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O site de Ilimar Franco para O Globo comentou:

O maior bloco da Câmara, liderado pelo PTB, fechou com a candidatura do líder do PSD, Rogério Rosso, para presidir a Casa. Afilhado de Cunha e integrante do centrão, ele teria a maioria do PMDB ao seu lado e a simpatia do Planalto. Para impedir que Rosso assuma, formou-se uma aliança informal e furtiva entre PSDB, PT, PSB, PSOL e satélites, para encontrarem um candidato de consenso.

O resultado seria a implosão definitiva da imagem tucana.

Para os petistas, os tucanos são apenas alvos a serem desconstruídos na tática de guerra de destruição. Ou seja, eles são adversários contra os quais não há limites éticos a serem estabelecidos. Enquanto isso, uma boa parte dos republicanos já desconfia que os tucanos agem como “oposição de fachada” ao PT. Os petistas jamais considerariam os tucanos como seus aliados, principalmente por terem investido tanto esforço mental na desconstrução do partido de FHC. Assim, caso se aliem mesmo ao PT, não ganharão nenhum ponto entre os petistas. Mas jogarão fora todo o restinho de sua imagem perante os opositores do PT.

A pergunta é: se uma possível aliança com o PT é uma bomba relógio para destruir o partido tucano, quem está por trás de uma ideia tão sabotadora? Uma resposta à essa pergunta só pode ser obtida a partir da única linguagem que esse pessoal entende: a da pressão.

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9 COMMENTS

  1. É bom que não haja pressão nenhuma. Essa aliança vai escancarar a real natureza do PSDB: socialista fabiana. PSDB é um tipo de PT “comportadinho”. Por que não estou surpreso? [Parafraseando o Luciano Ayan]

    • Será que “menos mal”, ou será que é “cortina de fumaça”? Não existe só a possibilidade de “apoiar o mesmo candidato” – existe também a possibilidade de “minar o candidato do oponente” – nesse caso, o PMDB. O foco não é empossar um nome, mas impedir outro de assumir.

  2. Q desprezo que sinto pelos tucanos só não é maior do que o que sinto pelos petistas, e é motivado pela leniência – conivência até, às vezes – que eles demonstram em relação às manobras e crimes dos bandidos da sofisticada organização.

  3. Conhecendo o nível de dissimulação do PSDB, não esperaria um apoio “direto”. Exemplos de dissimulação que podem aparecer:

    1 – o PSDB lança um nome diferente do escolhido pelo PT, para “roubar votos” do candidato do PMDB. Esse nome seria escolhido especialmente para não vencer. Assim o candidato da “coligação do mal” ganha por margem apertada.

    2 – o PSDB lança um nome, o PT diz que repudia, mas, “por falta de opções” concorda na última hora

    3 – outro partido lança um candidato, o PSDB apoia e, na última hora, o PT também apoia;

    4 – se for votação secreta, o PSDB lança um nome “para gringo ver”, enquanto orienta os deputados a votar no candidato do “concorrente”;

    Enfim, é preciso estar preparado para o embuste – pois é isso que o PSDB é: embusteiro.

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