Ao dizer “quero matar brancos”, assassino de policiais em Dallas também mata desculpas obamistas

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Como aponta o blog do Noblat, Micah Xavier Johnson, um dos franco-atiradores que mataram cinco policiais em Dallas, confessou suas intenções:

Micah Xavier Johnson, de 25 anos, foi identificado pelas forças de segurança americanas como um dos franco-atiradores que participou do ataque que deixou cinco policiais mortos em Dallas, no Texas – outros sete oficiais e dois civis ficaram feridos.

Segundo a polícia americana, Johnson, que não tinha nenhum antecedente criminal nem vínculos com grupos extremistas, disse que “estava irritado com policiais assassinando negros e que queria matar pessoas brancas, especialmente agentes de segurança”.

Após uma negociação fracassada com policiais, houve uma troca de tiros, e o suspeito acabou morto pela explosão de um dispositivo que estava implantado em um robô.

Do subúrbio de Dallas, Johnson era um veterano das Forças Armadas – ele esteve em serviço até abril deste ano, conforme informou o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Sua habilidade para atirar a longa distância teria sido adquirida nos treinamentos com o Exército.

Alguns adeptos do socialismo obamista (que é de fato um pouco mais “light” que o socialismo petista) se irritaram com a constatação de que a retórica de Obama estava por trás desses assassinatos. Mas as declarações do assassino mostram que toda a racionalização utilizada para o crime veio diretamente do discurso adotado pelos socialistas norte-americanos, dos quais Obama é um de seus principais líderes.

Alguns socialistas obamistas disseram o seguinte: “ah, mas Obama está certo em reclamar, pois as pessoas só não gostam dele por ser negro”. Mas daí quando criticamos na mesma intensidade Hillary, eles dizem: “ah, mas vocês só criticam Hillary por ser mulher”. E quando criticamos Bill Clinton? É quando eles “bugam”. Na verdade, a própria narrativa usada para exonerar Obama se vale dos mesmos frames adotados pelo assassino dos policiais.

Devemos avaliar as coisa ainda mais historicamente, dado que esta narrativa adotada pelo socialismo pós-Escola de Frankfurt está por trás de todas as guerras de classes artificiais. Assim, a morte de um suspeito negro por um policial branco deixa de ser apenas uma ação policial a ser investigada, passando a ser uma instância de um jogo retórico, no qual “os brancos vilões atacaram uma vítima negra”. Este tipo de narrativa só atende a uma finalidade: gerar poder político através do divisionismo, sempre ignorando os aspectos individuais de todo conflito humano. É uma das coisas mais perversas que podem ser produzidas pela depravação humana.

Com o assassinato de cinco policiais em Dallas a partir da justificação obtida por um discurso, a consequência prática de uma narrativa desonesta se materializou. Não há como os socialistas se desvencilharem de suas responsabilidades. Cada palavra emitida pelo assassino Micah Xavier Johnson não é nada senão uma reprodução da narrativa usada por Obama. Aqueles que escolheram uma retórica assassina para jogarem o jogo político devem ter suas responsabilidades apontadas.

Não é moralmente aceitável repudiar Obama por ser negro. É imperativo, por outro lado, repudiar Obama por utilizar de uma retórica desonesta cujas consequências se materializam em rios de sangue.

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2 COMMENTS

  1. Gentalha como Obama ou Gleisi deve ser desmascarada a cada palavra proferida de maneira má intencionada. Isso deve ser feito sem dó. Até que os mais distraídos entendam os seus ardis.

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