Pelos direitos dos alunos, que venha a guerra política em salas de aula, oras!

7
67

guerra-706x410

A página do Escola sem Partido mostra alguns prints nos quais vários professores de extrema-esquerda adotam o mais virulento fascismo e resolveram transformar suas salas de aula em campos de guerra. Observem as imagens, e ao final um comentário sobre o que devemos fazer diante desta violência contra os pagadores de impostos.

O que essas imagens nos mostram é que os professores da extrema-esquerda estão em guerra contra os pagadores de impostos. Estes, que financiam o ensino público, querem que seus filhos aprendam algo de útil em salas de aula, ao invés de serem vítimas de abuso escolar e estelionato educacional. Mas ao que parece este mero desejo básico de dar algum valor aos nossos impostos destinados ao ensino está revoltando a escória da humanidade: gente que usa não seu próprio dinheiro, mas o dinheiro dos outros (aquele dinheiro que financia os salários de professores), para enfiar sua agenda goela abaixo das crianças e jovens.

Mas há uma beleza nas declarações de guerra de um lado. Elas dão sanção moral para que o outro lado entre em guerra também. Era disso que precisávamos: compreender as salas de aula como território de batalha política. O que os doutrinadores fascistas ainda não perceberam é que a tecnologia está do lado dos que amam a liberdade. Cada aluno pode filmar as sessões de doutrinação e jogar imediatamente em seu Facebook ou em sua conta de YouTube. Este aluno pode contar com a ação imediata de exposição das doutrinações feitas em sala de aula. Isto é, a violência praticada em salas de aula pode ser desmoralizada e desconstruída. Seu professor pode ser filmado e exposto enquanto estiver fazendo isso. Ao mesmo tempo, qualquer ação de abuso pode ser explorada. O professor, ao agir assim, é inimigo do aluno, e como tal deve ser tratado.

Agora não é mais possível que os fascistas voltem atrás, pois a declaração de guerra já foi feita. Devemos agradecer ao Miguel Nagib por ter exposto esses prints, que oficializam a guerra dos professores da extrema-esquerda contra os pagadores de impostos que financiam o ensino público. Resta agora atender ao chamado de guerra e aproveitar a motivação dada pelo conflito para desconstruir de vez o estelionato educacional. Nesta guerra, a principal arma é o smartphone, que pode coletar evidências espetaculares de abuso escolar. A partir daí, o seu inimigo (o professor doutrinador) deve pagar o preço. E isto deve ser apenas o começo.

Que venha a guerra, oras!

Curta-nos e siga-nos no Facebook para receber todas nossas atualizações!

Para adquirir o livro “Liberdade ou Morte”, você pode consultar o site da Livraria Cultura ou da Saraiva.

Advertisements
Anúncios

7 COMMENTS

  1. Segundo Leandro Karnal, em entrevista dada ao Roda Viva, Escola sem Partido “é uma asneira sem tamanho”. Sim, mas só para a esquerdopatia delirante que vem destruindo a educação brasileira desde que a vaca sagrada Paulo Freire deu início ao nefasto processo de transformação das nossas escolas em verdadeiras madraças, a serviço da ideologia mais perversa de que o mundo já teve conhecimento: o marxismo, em qualquer de suas formas.

    Quanta baboseira expeliu o arrogante esquerdoso, confundindo o debate político e ideológico nas escolas, a que ninguém de bom senso se oporia, com a ditadura do pensamento único que vem sendo imposta, implacavelmente, na formação da nossa juventude, a partir do recrutamento de militantes ideológicos travestidos de professores. Mostrou, com isto, que desconhece completamente o projeto Escola Sem Partido ou, então, que está tão amestrado pela ideologia de esquerda que não se vexa de distorcer, publicamente, uma proposta que é diametralmente oposta às objeções que fez. O mais provável é que ambas as razões estejam presentes, o que coloca o professor “com partido” numa posição assaz crítica, mas que ele assume com a arrogancia que o caracteriza. Foi além de suas sandálias. Fez, inclusive, com que eu me lembrasse do que disse Thomas Sowell: “O histórico de desastres do socialismo é tão óbvio, que somente um intelectual poderia ignorá-lo”.

    A cada dia que passa, mais me convenço de que o esquerdismo é uma doença mental grave, tal como nô-lo atesta o psiquiatra forense Lyle Rossiter, em sua conhecida obra “A Mente Esquedista: As Causas Psicológicas da Loucura Política”. Só isso é qie poderia explicar a distorção cognitiva, a mitomania compulsiva e a sujeição incondicional a uma ideologia cujo poder democida foi amplamente comprovado onde quer que tenha sido implantada. E a educação é, como sabemos, um dos principais alvos dos esquerdopatas, sempre que almejam estender o seu poder totalitário sobre um país

  2. Bem, o que acabo de ler me deixou estarrecido. Estou convencido de o esquerdismo é, mesmo, uma doença mental grave, e que estamos lidando com verdadeiros psicopatas.

  3. Acho ótimo esse movimento todo. Finalmente, glória!, a população percebeu o que acontece nas escolas e universidades. Quem sabe ainda dá para fazer algo por essa geração de estudantes.

  4. Nestes casos cabe a nós promovermos militância em prol da escola sem partido.
    Veja-se que o Estatuto dos Servidores Federais (Lei 8.112/90) diz que “Art. 117. Ao servidor é proibido: V – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição”.
    Esta regra está presente em quase todos os Estatutos de Servidores Estaduais e Municipais e é interpretada no sentido de que “O servidor não pode promover, no ambiente de trabalho, durante o expediente, manifestações diversas das atividades pertinentes ao serviço, que possam prejudicar o bom rendimento do trabalho, como reuniões políticas, sociais, comerciais ou religiosas.” P. ex., procurem no Google “MANUAL DE SINDICÂNCIA DISCIPLINAR – Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, de onde eu tirei o trecho entre aspas.
    Em alguns casos será difícil enquadrar em um professor que a manifestação não seria “pertinente ao serviço”, mas no caso da sugestão do Marcos Bagno de escrever nas lousas “Primeiramente, fora, Temer!” é clara e patente infringência aos deveres dos servidores, sendo necessário que se fotografe (e/ou se encontre alunos dispostos a testemunhar) e represente contra o professor que fizer isso, para que ele seja processado administrativamente, embora a pena geralmente seja apenas de “advertência” e em caso de reincidência “suspensão” (aí fica sem receber salário), já mostra que está errado.
    Outra coisa interessante, mas arriscado para o aluno (pois certamente o professor tentará punir o aluno), seria escrever na lousa, antes de o professor chegar: “Primeiramente, Viva Temer!!!” Pouco importando a avaliação pessoal que tenhamos do Temer.

  5. Li no Globo, na coluna do Ancelmo, em 11/07, que os alunos de uma escola estão fazendo rifas para ajudarem o professor trans a pagar sua cirurgia. Pode?

Deixe uma resposta