Dilma deixa escapar prática de atos ilícitos em discurso

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A carta de Dilma enviada ao Senado nesta semana trazia um trecho muito revelador, conforme vemos em transcrição da Agência Brasil:

Na minha vida, os que me conhecem sabem que incorri provavelmente em erros e equívocos, de natureza pessoal e política. Errar, por óbvio, é uma decorrência inafastável da vida de qualquer ser humano. Todavia, dentre estes erros, posso afirmar em alto e bom som, jamais se encontrará na minha trajetória de vida a desonestidade, a covardia ou a traição. Jamais desviei um único centavo do patrimônio público para meu enriquecimento pessoal ou de terceiros. Jamais fugi de nenhuma luta, por mais difícil que fosse, por covardia. E jamais traí minhas crenças, minhas convicções, ou meus companheiros, em horas difíceis.

Isso guarda várias semelhanças com a narrativa adotada por Gleisi na Comissão do Impeachment, quando confessou que crimes que não sejam praticados para uso particular (sendo feitos, em vez disso, em nome de um partido) não são “tão criminosos assim”.

Ora, Dilma, é irrelevante se você cometeu crime de responsabilidade para enfiar dinheiro no bolso ou por qualquer outro motivo. O que importa é o crime. Da mesma forma que é irrelevante se alguém matou sua vítima para roubá-la ou por pura curtição. O que importa é saber: matou ou não matou? As desculpas esfarrapadas de Dilma são uma vergonha na busca de distinções de emergência para tentar esconder aquilo que não pode mais ser escondido.

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7 COMMENTS

  1. A exposição de Dil-Má Roubeff acidental de seus crimes só comprova a existência de que ela é “frankfurtiana” em seus argumentos, por falar indiretamente que o ambiente político influenciou a cometer crimes e ela não é culpada, que também influencia sobre os seus argumentos e discursos obscuros para confundir o povo ao se mostrar cínica de sua capacidade intelectual própria.

  2. Ela só esqueceu um detalhe, que parte do dinheiro desviado da Petrobras foram destinado para a sua campanha de sua reeleição, isso ela não considera roubo?

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