Extrema-esquerda impede professor de dar aula na Unicamp

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Mais uma para desmoralizar os arrogantes que se posicionaram contra as iniciativas de uma escola sem partido, conforme vemos na página da USP Livre:

Ontem, dia 11/07/2016, na Unicamp, o professor Ernesto Kemp tentou aplicar exame para seus alunos.

Como sempre, o fascismo dos grevistas o impediu de exercer sua profissão. Grevistas fizeram cordão humano e ainda o acusaram de agredir mulher. Sim, criminosos querem inverter valores e prejudicar o exercício de profissão do professor.

Nós, da USP Livre, nos solidarizamos com o professor Ernesto Kemp e defendemos a expulsão desses baderneiros. Universidade é lugar de pesquisa, não de baderna e militância política!

#SomosTodosErnestoKemp

Veja o vídeo:

Aqui temos dois assuntos a tratar.

O primeiro é a transformação das escolas públicas em território de violência e barbarismo, quase sempre promovidos pela extrema-esquerda. A partidarização nas escolas, incentivada por professores doutrinadores, está transformando esses locais (bancados com nossos impostos, nunca é demais repetir) em áreas inimigas da civilização.

O segundo é a criação de uma cultura orientada a guerra política para os republicanos. O que se vê neste caso é um professor que apenas quer trabalhar, mas não entendeu que os alunos cínicos que faziam greve fariam uso de técnicas de terrorismo (impedindo o direito de ir de vir do professor, inclusive impedindo-o de trabalhar) e ao mesmo tempo jogariam jogos para posarem como vítimas. Se não for esperto, esse professor terá sua vida destruída e perderá o emprego.

Esses alunos precisam ser expulsos e esse vídeo deve ser utilizado como mais evidência de que a doutrinação marxista em escolas públicas criou uma situação que não pode mais ser aceita em um mundo civilizado.

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Para adquirir o livro “Liberdade ou Morte”, você pode consultar o site da Livraria Cultura ou da Saraiva.

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