Erdogan teve um apoio que Dilma jamais terá, pois seu golpe não era de mentirinha

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Nos dias atuais, a vida de quem sofre um verdadeiro golpe de estado pode parecer complicada no início, mas no fim das contas é bem fácil em um mundo tão interconectado. A quantidade de apoio que se recebe é enorme.

As pessoas tendem a se solidarizar quando alguém é vítima da violação da ordem constitucional. Ou quando a Constituição é rasgada. Ou quando o Congresso é deposto. Ou quando o palácio do governo é invadido por homens armados, sem o amparo de qualquer lei.

Uma dica é assistir ao filme “Lágrimas do Sol”, cuja cena inicial mostra um presidente sofrendo golpe de estado. Nessa cena, sua família é assassinada em sua frente. Ele é baleado em seguida. Nem sabemos de seu passado como governante. A solidariedade que o espectador dá à vítima de um golpe é imediata.

É por isso que que um político nitidamente antissemita como Erdogan conseguiu apoio internacional ao sofrer um golpe de estado. Conseguiu também apoio popular para vencer os militares. Isso só foi possível porque Erdogan sofreu um golpe de estado de verdade.

Enquanto isso, nenhum país civilizado saiu em defesa de Dilma. Sem contar, é claro, as ditaduras bolivarianas que, por estarem alheias à civilização, não fedem nem cheiram.

O palácio de Dilma consome mais de R$ 60 mil reais com comida. Sabemos que a família da presidente afastada torra R$ 300 mil reais só com segurança. Somente com gasolina os gastos chegam a R$ 13 mil reais por mês. Fora as viagens de avião para poder fazer propaganda. E enquanto isso, Dilma teve direito a número absurdo e chicaneiro de 40 testemunhas para seguir batendo bife com a mesma gororoba requentada de sempre. O rídiculo foi tão grande que os senadores de oposição até pararam de fazer perguntas para as testemunhas de Dilma. Todo o  processo foi validado por um STF quase inteiramente escolhido por ela e seu antecessor.

Dilma sofre um processo legal de impeachment. Vive como uma rainha, ofendendo o povo brasileiro sofrido. Usufrui de mamatas até demais. Chega a ser mimada.

Chamar isso de golpe sempre foi uma ofensa, tornada mais explícita quando vimos o que é um golpe de verdade. É aquele que aconteceu na Turquia, em nada semelhante ao golpe de mentirinha presente nas narrativas do PT.

É por isso que Erdogan recebeu apoio internacional, enquanto Dilma foi abandonada.

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3 COMMENTS

  1. Turquia não é como países da América Latina, É pior que os sul-americanos. Um Presidente que incita o povo desarmado às ruas para enfrentar soldados armados e tanques de guerra, enquanto permanece escondido e bem protegido, já está dizendo a surdos e não surdos que é um tirano, interessado, antes de mais nada, em seus próprios objetivos. E conseguiu o que queria: sem mexer um dedo, manteve o mandato. Inicia-se agora a operação “limpeza” para a qual o Presidente eleito precisava do bom pretexto que os revoltosos lhe deram. Agora, povo é uma coisa muito amorfa mesmo: consideram as Forças Armadas suas instituições “mais confiáveis” e quando as Forças Armadas tomam iniciativas para corrigir o que está perturbando a sociedade, o povo se volta contra os militares, a pretexto de manter mandatos e etc.Se há alguma coisa a comparar com a América Latina, só mesmo o que ocorreu na Venezuela: o povo gritava contra os mandatários no Poder, as Forças Armadas foram às ruas contra o governo, o povo voltou-se contra os militares e, agora, os venezuelanos “comem o pão que o diabo amassou”. Na Turquia já está acontecendo o mesmo: o Presidente com “mandato” deslanchou a faxina e deixa bem claro que vai é passar “trator” em cima daqueles que se opuserem aos seus intentos. Nós, brasileiros, já vimos este filme e os intervencionistas no BR ainda não caíram na real.

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