Justiceiros sociais atacam Gal Gadot mesmo após trailer mais feminista já lançado

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Saiu o trailer de “Mulher Maravilha”, da DC Comics. O filme será lançado em 2017 e será dirigido por uma mulher, Patty Jenkins, trazendo Gal Gadot no papel principal.

Em termos de “empoderamento” feminino, não dá para um trailer de filmes de super heróis superar este. Ao menos pelo que se vê nessas cenas, a heroína decididamente atende a qualquer requisição cinematográfica que as feministas poderiam fazer. Parece que a coisa vai superar “Mad Max – A Estrada da Fúria”, onde a personagem da Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) deixou o personagem principal Max (Tom Hardy), digamos, “apagado”. Em tempo: o filme deve ser ótimo entretenimento.

Veja o trailer abaixo, e depois falamos:

Era de se esperar a euforia vinda dos justiceiros sociais, certo? Mas novamente eles demonstraram suas contradições insuperáveis. Como lemos na Fox News, vários desses justiceiros sociais – grupo do qual as feministas fazem parte – resolveram atacar a atriz Gal Gadot por ter feito parte do exército israelense anos atrás. Entre as várias instâncias de patrulhamento, lemos: “não se esqueçam que Gal Gadot é sionista”

Veja alguns print screens vergonhosos:

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A contradição é evidente. Em termos de feminismo, se vangloriam por terem uma mulher “empoderada” lutando em um filme. Mas na vida real, a atriz também foi “empoderada” ao lutar pelo exército de seu país (Israel) para proteger seu povo. Mas aí já não pode, claro.

As definições de “contradição” foram atualizadas.

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7 COMMENTS

  1. Deve ser uma tortura para as feminazis verem um mulher linda, desejada, independente, inteligente, competente, cada vez mais rica, lutadora em todos os sentidos e que não deve um centavo a sandice do feminazismo. Ela é O Total Oposto das feminazis. Para ver essas coitadas estribuchando pelo chão de ódio, só faltava a Mulher Maravilha casar com um soldado americano.

  2. 2016: O ano em que a hipocrisia, a inveja e a irracionalidade do feminismo foram mais escancaradas do que nunca!

    Luciano Ayan, sugiro que no fim do ano você faça uma recapitulação do que as feministas fizeram este ano, desde a defesa dos abusadores islâmicos na Alemanha.

    * * *

  3. Em Israel as mulheres podem se alistar no Exército e há no país igualdade de direitos para os homossexuais. É inclusive o único lugar do Oriente Médio em que se pode realizar abertamente uma Parada Gay.

    Só esses dois aspectos seriam motivos suficientes para os SJW gostarem do país. Mas sabem né: “malditos judeus malvados e opressores ( exceto aqueles que estão do nosso lado é claro)!”.

    OBS: a frase entre aspas é uma ironia

    • o problema é que os judeus representam o que há de “pior” para os esquerdistas: acreditam que só se cresce na vida atraves do trabalho, e incentivam a que todos sejam bem sucedidos ao invés de dividirem-se em castas sociais cheias de mimimi e tem aversão a que se vivam as custas do suor alheio. É muita opressão.

  4. Sabe porque isso , porque a direita não joga o jogo politico, não é que joga mal , não disputa mesmo.
    Observe o vídeo abaixo tenho que confessar que não sabia a metade, minha culpa não me informar sim, mas principalmente culpa da direita não tornar público ou pelo menos deixar mais claro. mais didático (especialmente o argumento sobre a escravidão).

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