Patricia Lélis foi pedir ajuda para Maria do Rosário. Agora sua situação complicou…

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Tudo andava muito suspeito no caso Feliciano X Patrícia. Este blog sempre deixou de emitir opiniões a respeito de “culpados” e “inocentes” neste caso. Mas as recentes atitudes de Patrícia estão tornando sua situação praticamente indefensável, muito provavelmente revertendo o caso a favor do deputado. Os próximos passos devem confirmar ou não esta percepção.

Hoje pela manhã, por exemplo, descobrimos um áudio onde Patrícia executa toda a narrativa da extrema-esquerda, inclusive emulando frames feministas desonestos, como “não existe feminismo ruim, pois aí já é femismo”, e até chegando ao cúmulo de generalizar toda a direita como uma turma onde “ninguém se solidarizou com ela”.

Eis que durante a tarde lemos isso, no G1:

O delegado Luiz Roberto Hellmeister, que investiga o caso envolvendo a jornalista Patrícia Lelis, de 22 anos, e Talma Bauer, chefe de gabinete do deputado federal Marco Feliciano, descartou a hipótese de sequestro e cárcere privado que o assessor pudesse ter praticado sobre a jovem.

Imagens entregues à Polícia pelo hotel San Rafael, no Largo do Aroche, região Central de São Paulo, mostram Bauer, abraçando a jornalista Patrícia Lelis no saguão do estabelecimento.

O delegado Luiz Roberto Hellmeister, que investiga o caso, disse que vai analisar as imagens e pedir perícia do material apreendido no hotel. Para o delegado, as imagens podem desconfigurar a situação de sequestro descrita pela jornalista, já que ela recebeu o namorado no hotel e aparentemente trata Bauer como amigo nas imagens.

“Com as imagens que temos aqui está descartada a hipótese de sequestro e cárcere privado. A ameaça ainda estamos avaliando”, afirmou Hellmeister.

Bauer é suspeito de ter ameaçado a jovem e a mantido em cárcere privado no quarto do hotel para esconder uma denúncia de estupro contra o deputado, ocorrida em Brasília no dia 15 de junho.

Na sexta (5), Patrícia procurou a polícia civil para registrar as ameaças que diz ter sofrido no hotel. Bauer chegou a ser preso, mas foi liberado na manhã de sábado (6). O gerente do hotel onde ela ficou hospedada prestou depoimento na tarde desta segunda-feira (8).

Agora observe o que disse o gerente do hotel:

Segundo o gerente, Patrícia se hospedou no hotel dia 30 e pediu para não ser identificada. Ele ainda afirmou que na quinta-feira, o assessor chegou ao local para pagar a hospedagem da jovem. Os funcionários estranharam e acionaram a jovem. Ela então teria confirmado que ele pagaria a conta.

Em uma das imagens, Bauer e Patrícia aparecem no saguão do hotel em clima descontraído se abraçando e conversando. Bauer, que é investigador aposentado da Polícia Civil de São Paulo, chegou inclusive a entregar seu cartão na recepção.

Um amigo de Patrícia que a acompanhou vindo de Brasília para São Paulo, e também estava hospedado no Hotel, entregou à Polícia Civil R$ 20 mil que estava no hotel com eles. O dinheiro teria sido entregue por Bauer a Patrícia para manter o silêncio. Tanto Bauer quanto Patrícia negam o dinheiro.

Isso não sou eu que estou dizendo. Esta na matéria acima.

Enquanto isso, observe abaixo Patrícia Lelis conversando – acredite se quiser – com Maria do Rosário, justamente uma das especialistas em encenações para atacar pessoas da direita. Foi Maria do Rosário que ficou conhecida por chamar Bolsonaro de “estuprador” para, com truques de encenação, conseguir que o STF o acusasse de “apologia ao estupro”:

Patrícia, neste momento, atraiu para si uma pressão muito grande. Segundo ela afirmou no vídeo, Feliciano estaria “destruindo provas”, e por isso, precisaria da ajuda de Maria do Rosario. Mas qual a especialidade de Maria do Rosario senão atuar com falsas acusações de estupro? Obviamente, não estou dizendo que Patrícia esteja fazendo “falsas acusações de estupro”, mas é curioso que ela tenha procurado justamente uma deputada conhecida por sua especialidade em acusar pessoas inocentes de estupro. A acusação que Maria do Rosário fez anos atrás sobre Jair Bolsonaro está registrada em vídeo.

Enquanto isso, lemos no G1:

Diante das supostas agressões, Patrícia Lélis disse que começou a gritar e, segundo ela, uma vizinha do deputado tocou a campainha do apartamento para saber o que estava acontecendo. Nesse momento, ela diz ter conseguido escapar do local.

A jovem afirma que preferiu não procurar a polícia no mesmo dia das agressões. Patrícia Lélis diz que procurou, em primeiro lugar, o PSC, partido de Feliciano, para pedir ajuda, negada segundo ela. Ela disse ainda que o presidente do partido, pastor Everaldo Pereira, teria oferecido dinheiro a ela para ela “ficar quieta”, mas não sabe dizer a quantia que teria sido oferecida. Depois disso, a estudante relatou o caso a jornalistas.

Não é no mínimo estranho que ela tenha procurado o partido e não a polícia?

Este blog deixa o espaço aberto para a acusadora, Patrícia Lelis, mas sem deixar de dizer que as perguntas devem ser feitas com foco no ceticismo político. Ou seja, afirmações como “Feliciano vai destruir provas” precisam ser complementadas com questões como “de que modo ele faria isso?”, “quem estaria aliado a ele para fazer isso” e “como verificaríamos se ele tentou fazer isso?”.

Em tempo: já vi algumas pessoas dizendo “ei, Luciano, você se precipitou ao dizer que a carreira de Feliciano está acabada”. Não. Eu emiti um parecer político a respeito dos fatos em mãos. Não fiz juízo de valor sobre as evidências. Mas sigo mantendo que a postura de Feliciano está muito “mansa” neste caso. Já passou da hora de pressionarmos Patrícia e Feliciano a soltarem tudo que tem em mãos, pois esse rame rame já deu o que tinha que dar.

Um dos dois tem que ir em cana: ou Feliciano ou Patricia. Espero que não sejam ambos.

Ao passo que esperamos a conclusão do caso, vai mais uma música neonoir, para entrar no clima desse fuzuê todo. Agora é “Romeo is Bleeding”, do filme homônimo de 1993, de Peter Medak, com Gary Oldman.

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Para adquirir o livro “Liberdade ou Morte”, você pode consultar o site da Livraria Cultura ou da Saraiva.

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2 COMMENTS

  1. No perfil do facebook desse Talma Bauer, ele tem uma foto pública tirada em 2012 vestindo uma camisa vermelha com o rosto do OBAMA, sério, quem em sã consciência vestiria uma camisa do Obama a não ser um socialista?

    Foto: https://scontent-lga3-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/556085_267965783325595_20533413_n.jpg?oh=c5e97bf3a4cff2e0e2314c49e31d0e7d&oe=58225357

    Link do face: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=267965783325595&set=ecnf.100003365257537&type=3&theater

  2. Até Maria do Rosário tá hesitante…hehehehe

    Também não sei de nada, mas tá complicando as coisas pra Patricia.

    No mais, deixo um pequeno texto de um site que vc postou no facebook

    ” “Fica também a lição para a direita conservadora. Com injustificada frequência, adotam ídolos dos pés de barro. Qualquer um logo é chamado de mito ou musa, algo que deveria envergonhar até adolescentes. Também há o costume de celebrar moças bonitas que sequer produzem conteúdo relevante, apenas pelo fato de que elas se colocam como contraponto às monstruosas feministas. Não é verdade. Quem é contraponto às feministas são as mulheres que atuam nos diversos seguimentos da sociedade, que enfrentam a vida sem se escorar em uma ideologia vitimista. A bonitinha das redes sociais não é exemplo para ninguém, assim como o zé das tiradas matadoras não é a exódia contra o marxismo. A batalha política é uma disputa eterna, e não é pautada por “zuera”, “mitada” ou “opressão”. Enquanto a Direita se comportar assim, fará o papel daquele time africano que entra na Copa do mundo com danças exóticas e humor inigualável. Eles sempre vão embora na primeira fase, deixando a disputa para quem está ali para jogar.””

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