Deputadas de extrema-esquerda representam contra Feliciano por suposto assédio

4
31

Sobre o caso Marco Feliciano X Patrícia Lelis, lemos o seguinte no Valor Econômico:

Um grupo de deputadas entregou ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nesta quarta (10), uma representação por quebra de decoro parlamentar contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP).

Elas cobram apuração, por parte do Conselho de Ética da Casa, do caso em que o deputado é acusado de assédio sexual pela jornalista Patrícia Lélis, de 22 anos.Patrícia, militante do PSC, diz ter sido convidada para uma reunião no apartamento do parlamentar. Lá, afirma a jornalista, recebeu a proposta de um cargo em troca de um relacionamento entre os dois. Patrícia diz que, frente a uma negativa de sua parte, Feliciano a agrediu. O deputado nega.”As denúncias são muitas, são muito graves, são cinco crimes embutidos, e queremos que a Casa apure”, disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) após a entrega da representação, assinada por 22 parlamentares.

O documento será primeiro encaminhado à Corregedoria da Câmara, explica a deputada, para uma “sistematização de indícios”. Volta à Mesa, que pode então encaminhá-lo ao Conselho de Ética, diz.Ressalvando que elas não faziam um “pré-julgamento” e que a iniciativa era apartidária, Feghali disse que “a omissão da Casa não é aceitável”.

“Temos denúncias de cinco crimes”, completou a deputada Érika Kokay (PT-DF): “Agressão sexual, agressão física, ameaça, tentativa de corrupção e cárcere privado”.

Feghali disse que a iniciativa não vai contra a fé do deputado. “Aqui não há uma questão religiosa. Não considero que os evangélicos concordem com qualquer omissão em relação a isso. Marco Feliciano é evangélico, mas aqui não há um problema religioso entre nós.”(Folhapress)

Esta é mais uma evidência de que o dano político causado à Feliciano beira o irreversível. Alguns ainda dirão que “a verdade vai aparecer no final” – e aqui já sabemos, conforme o Estadão, que há um vídeo desmascarando quase por completo a acusadora Patrícia Lélis -, mas isso já não significa praticamente nada. O que significa “a verdade aparecendo no final” – coisas da Igreja do Fato Salvador – em termos de capital político? Significa que a representação contra Feliciano vai automaticamente virar representações automáticas contra todas as deputadas que representaram contra ele? Significa que o dano causado à imagem de Feliciano será replicado em termos de dano à imagem de seus agressores? Significa que a taxa de rejeição ao candidato voltará ao mesmo patamar de antes?

Claro que o desmascaramento de Patrícia Lélis não significará nada disso. A lentidão de resposta de Marco Feliciano é uma atitude que caprichosamente modela sua própria destruição. Já é difícil saber o que causa mais danos ao deputado: se as denúncias (provavelmente falsas) de Patrícia Lélis ou sua lentidão para a guerra política.

Curta-nos e siga-nos no Facebook para receber todas nossas atualizações!

Para adquirir o livro “Liberdade ou Morte”, você pode consultar o site da Livraria Cultura ou da Saraiva.

Anúncios

4 COMMENTS

  1. Agora a guerra vai ser pra valer. Ou esse povo não esquerdista abre o olho ou vai tomar na cabeça. Espero que deixem de ser bocós e de querer ficar bem com qualquer lixo.

  2. Só vi comentários inocentes e ingênuos de pensamento infantis e birrentos a favor de Feliciano, incrível é que no geral o pessoal da direita parece que se surpreende com “as maldades do mundo”! Muitos ainda fantasiam o esoterismo iluminista Rousseano de “o ser humano é bom, a sociedade o corrompe”? Está na hora da direita brasileira crescer, pois destes eufemismos de Rousseau surgiu o marxismo!!

    Está claro que a esquerda age na tentativa do “empate”, para tirar o foco de fatos que ocorreram a alguns dias, é simples perceber a tentativa orquestrada para rebater o “caso” do Senador Telmário Mota do PDT e amante que apanhou dele no Natal de 2015 e retirou a queixa por medo.
    Assim como também, foi feito por Letícia Sabatella – deliberadamente -, por causa das agressões sofridas por Janaína Paschoal no aeroporto.

    A direita é tão tolinha. Ainda acreditam em happy end? A vida real na Guerra Política está mais para um filme de suspense e terror, mate o monstro todos os dias, porque no final ele nunca morre e sempre volta para infernizar no próximo episódio.

  3. O grande fato é que a POLITICA do OCASO do IMPÉRIO ROMANO prevalece até os tempos atuais:

    A invenção do cristianismo se deu exatamente na decadência do Império. Afinal o Império cresceu demais e as disputas internas pelo Poder e o ALTO CUSTO de o “Estado” manter-se hegemônico na conquista de mentes e corações tornou-se tarefa impossível. Assim, a idéia foi EMULAR SUN TZU e partir para a infiltração e para a difusão da CIZÂNIA na “tropa inimiga” sem esquecer da PRESSÃO MORAL para DESANIMAR o inimigo ou enfraquece-lo moralmente.

    Essa estratégia se deu exatamente porque já não havia mais grandes conquistas a serem feitas para saquear novos povos. Devido a isso os custos do PODER deveriam ser cobrados da própria população, que poderia rebelar-se ainda mais com mais elevação de impostos – atente-se para tal fato na Bíblia, que menciona a questão impostos como descontentamento do povo, assim a bíblia quando não os apoia ou disfarsa sua opinião com evasivas.

    A estratégia do SINCRETISMO com o judaísmo em uma nova ideologia farisaica inventada para o momento político, estabeleceu a divisão e o antagonismo dentre a ppropria população através de uma NOVA MORAL que não mais insensaria o GUERREIRO, mas sim o insensando o ESCRAVO.

    Com essa nova estratégia, baseada na pressão moral, o objetivo era induzir a população pagadora de impostos a ACEITAR A SUBMISSÃO como um valor moral. Ao mesmo tempo induzia-se a maioria da população a ANTIPATIZAR COM OS RICOS PAGADORES DE IMPOSTOS. Assim surgiu o falatório contra a GANÂNCIA, contra a AVAREZA e contra o EGOÍSMO. Foi exatamente a estratégia de FABRICAR INIMIGOS para FAZER AMIGOS: se “João é seu inimigo, junte-se a mim na luta contra João”. Com isso a sociedade dominada pelo governo romano foi dividida através da MANIPULAÇÃO aproveitando-se da VAIDADE HUMANA (onde todos querem ser possuidores dos “valores” propagandeados e deixam-se manipular, fazem a vontade alheia, para se enquadrarem nos valores que lhes são oferecidos em troca da anuência).

    O governo romano não mais precisava de uma MORAL do GUERREIRO para empreender conquistas de outros reinos e povos para serem dvencidos e saqueados, mas sim precisava da MORAL do ESCRAVO para inibir reações de seu próprio povo contra o governo que o explorava. Daí a NOVA IDEOLOGIA, que “salvaria os fiéis para um Paraíso e mandaria os malvados para o inferno” atribuiu mérito à pobreza (majoritária) e demérito à riqueza dos avarentos e ganânciosos, egoístas malvadões que se revoltavam contra os elevados IMPOSTOS e mesmo eram responsabilizados pela elevação do preços (inflação de preços) devida ao governo misturar outros metais ao ouro e prata para assim aumentar seu acesso aos bens em oferta. Evidentemente um Império decadente, envolto em grandes custos para sua manutenção e em meio a disputas políticas pelo Poder não poderia valer-se de outra alternativa que não a de DIVIDIR o a SOCIEDADE para ASSIM DOMINA-LA e EXPLORA-LA.

    A nova ideologia em seu necessário sincretismo com ideologia vigente (judaísmo) passou então a estabelecer uma nova moral onde o VALOR estaria na SERVIDÃO e no desprezo por si mesmo. O altruísmo – negar a si em benefício alheio – deu origem ao COLETIVISMO, onde o valor moral é SERVIR ao coletivo sobretudo em detrimento próprio. Sendo moralmente depreciativo o egoísmo, onde o indivíduo não admite favorecer os demais ao custo do desfavorecimento próprio. Não confundir egoísmo com egocentrismo. Pois egocentrismo é exatamente quando o indivídu almeja SERVIR-SE dos OUTROS.

    Dialéticamente o e nem tão paradoxalmente o ALTRUÍSMO incentiva o EGOCENTRISMO, uma vez que atribui ao necessitado um arbiotrário direito sobre os outros. A reivindicação desse “direito cristão” é exatamente o exercício do EGOCENTRISMO.

    Em tal caldeirão politico não surpreendeu que os cristãos se tenham unido aos bárbaros a fim de se alçarem ao Poder do “Estado”, até porque os bárbaros também possuiam um “Paraíso” como prêmio ao guerreiro – o Walhala – e nesse emaranhado ideológico onde CONTRADIÇÕES se COMPLEMENTAM em OXIMOROS bem aceitos, o resultado foi a perseguição aos infiéis por parte daqueles cujo deus e líder moral pregava “oferecer a outra face a quem o agride”. Daí implantando-se os novos REIS e hierarquia da NOBREZA que abolindo a propriedade das terras transformou os camponeses em SERVOS de GLEBA. Sob a moral de que SERVIR aos UNGIDOS de DEUS lhes atribuia valor moral e salvação os SERVOS de GLEBA eram EXPLORADOS pelo novo sistemna de governo. Um novo sistema onde as perseguições e as piores torturas foram dialeticamente patrocinadas por uma ideologia que preconizava o “oferecer a face direita a quem lhe bate na esquerda”, “dar a quem te pedir”, “se roubarem o que é teu não o reclames” em plena defesa da INOFENSIVIDADE. Parece paradoxal, mas é apenas SUN TZU: abalar o moral da tropa alheia ou tornar o inimigo inofensivo.

    Este foi o objetivo da invenção do cristianismo:
    Tornar o povo moralmente abalado e cheio de culpa, desmotivado para reaguir contra seu algoz (governo) e orgulhoso de sua SERVIDÃO.

    O cristianismo é a MORAL do ESCRAVO, que valoriza a servidão como uma glória.

Deixe uma resposta