A semana em que a direita recebeu o ultimato: ou lê o livrinho de Sun Tzu ou está fora do jogo

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A matéria do Globo fala que a jornalista Patrícia Lélis, pivô do escândalo envolvendo o deputado Marco Feliciano, vai ser indiciada por denunciação caluniosa e extorsão. As penas podem variar de seis a 20 anos de prisão.

Enquanto isso, muitas pessoas da direita estão se sentindo “vingadas” ao ver o desmascaramento da acusadora de Feliciano. Como já disse anteriormente, isso é viver em ilusão, pois Patrícia Lélis não passa da bola do jogo. Os adversários estão em outro lugar: na extrema-esquerda que está interessadíssima em acabar com a CPI da UNE e atingir a bancada evangélica.

É momento de reler Sun Tzu, quando ele mencionava o uso de espiões:

Uma operação militar significa um grande esforço para o povo, e a guerra pode durar muitos anos para obter uma vitória de um dia. Assim, pois, falar em conhecer a situação dos adversários para economizar nos gastos para investigar e estudar a oposição é extremadamente inumano, e não é típico de um bom chefe militar, de um conselheiro de governo, nem de um governante vitorioso.

Portanto, o que possibilita um governo inteligente e um mando militar sábio vencer os demais e lograr triunfos extraordinários com essa informação essencial.

A informação prévia não se pode obter de fantasmas nem espíritos, nem se pode ter por analogia, nem descobrir mediante cálculos. Deve se obter de pessoas; pessoas que conheçam a situação do adversário.

Existem cinco classes de espiões: o espião nativo, o espião interno, o duplo agente, o espião liquidável, e o espião flutuante. Quando estão ativos todos eles, ninguém conhece suas rotas: a isto se lhe chama gênio organizativo, e se aplica ao governante.

Os espiões nativos contratam entre os habitantes de uma localidade. Espiões internos se contratam entre os funcionários inimigos. Os agentes duplos se contratam entre os espiões inimigos. Os espiões liquidáveis transmitem falsos dados aos espiões inimigos. Os espiões flutuantes voltam para trazer seus informes.

Entre os funcionários do regime inimigo, se acham aqueles com os quais se pode estabelecer contato e os que se pode subornar para averiguar a situação de seu píis e descobrir qualquer plano que se trame contra ti, também podem ser utilizados para criar desavenças e desarmonia.

Em conseqüência, ninguém nas forças armadas é tratado com tanta familiaridade como os espiões, nem ninguém recebe recompensas tão grandes como a eles, nem há assunto mais secreto que o espionagem.

Se não se trata bem os espiões, podem converter-se em renegados e trabalhar para o inimigo.

Não se podem utilizar a os espiões sem sagacidade e conhecimento; não pode servir-se de espiões sem humanidade e justiça, não se pode obter a verdade dos espiões sem sutileza. Certamente, é um assunto muito delicado. Os espiões são úteis em todas partes.

Cada assunto requeres um conhecimento prévio.

Se algum assunto de espionagem é divulgado antes de que o espião seja informado, este e o que o divulgou devem ser eliminados.

Sempre que queiras atacar a um exército, assediar uma cidade ou atacar a uma pessoa, deves de conhecer previamente a identidade dos generais que a defendem, de seus aliados, seus visitantes, seus sentinelas e de seus criados; assim, pois, faz que teus espiões averigúem tudo sobre eles.

Sempre que vais atacar e combater, deves conhecer primeiro os talentos dos servidores do inimigo, e assim podes enfrentá-los segundo suas capacidades.

Deves buscar agentes inimigos que tenham vindo te espionar, suborná-los e induzi-los a passar para teu lado, para poder utilizá-los como agentes duplos. Com a informação obtida desta maneira, podes encontrar espiões nativos e espiões internos para contratá-los. Com a informação obtida destes, podes fabricar informação falsa servindo-te de espiões liquidáveis. Com a informação assim obtida, podes fazer que os espiões flutuantes atuem segundo os planos previstos.

É essencial para um governante conhecer as cinco classes de espionagem, e este conhecimento depende dos agentes duplos; Assim, pois, estes devem ser bem tratados.

Assim, só um governante brilhante ou um general sábio que possa utilizar os mais inteligentes para o espionagem, pode estar seguro da vitória. A espionagem é essencial para as operações militares, e os exércitos dependem dela para levar a cabo suas ações.

Não será vantajoso para o exército atuar sem conhecer a situação do inimigo, e conhecer a situação do inimigo não é possível sem o espionagem.

Agora é só refletir sobre o que aconteceu. Ver Patricia Lélis ser punida pelo que fez e sair comemorando que “a justiça foi feita” é querer mais uma vez tomar um anestésico, mas este é o pior dos momentos para buscar a sensação de torpor. A busca deve ser pelas pessoas que lucraram com os atos de Patricia e a inseriram, feito Cavalo de Tróia, como uma das tentativas mais torpes dos últimos tempos na guerra política.

Quando as pessoas que tiveram como instrumentos em mãos os discursos de Patricia forem atingidas por Feliciano e seus aliados na mesma intensidade com a que ele foi atingido, aí sim terá sido feita “justiça”.

Basta ler o livrinho de Sun Tzu, em especial o capítulo 13. É bom lembrar também que de nada adianta pegar o espião. É preciso ir atrás de quem inseriu o espião em suas frentes. A extrema-esquerda ainda está aguardando o revide após ter feito um ataque tão contundente. E aí, Feliciano, onde está você?

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6 COMMENTS

    • Também achei preocupante. Essa merda de documentário não vai para as telas do cinema como objetivo final; vai para dentro das salas de aula para doutrinar nossas futuras gerações. Precisamos de uma contra-cultura comunista. Não adiantaria ficar criticando esse documentário; ele vai ser colocado como verdade por professores inescrupulosos. A direita precisa tomar vergonha na cara e criar sua própria narrativa e contar a história como ela de fato está acontecendo. A esquerda prestes a ser limada do poder no Brasil continua surrando o direita na guerra política e pode voltar num futuro próximo para ficar de vez.

  1. Viva a Democracia. O sistema político que faz os piores mentirosos de direita e de esquerda serem eleitos.
    Viva a Venezuela. Exemplo perfeito de como a democracia destrói economia e ironicamente a si mesma.

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