Enquanto isso no Engenhão, a turma que ficou contra Neymar "trava". Era esperado…

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Enquanto isso, no Engenhão, o bicampeão olímpico nas provas de 5.000 e 10.000 metros, Mo Farah, homenageou Alá em sua comemoração. Obviamente, a mídia esquerdista escondeu o assunto. Não é “polêmico” agora?

O atleta é um muçulmano devotado e celebrou seu título como sempre faz. E, agora, como é que fica a turma do mimimi? Eu não vejo problema algum na comemoração de Mo Farah (assim como não há problema algum em Neymar ter usado a faixa “100% Jesus”), mas vai ser divertido ver o esperneio daqueles, inclusive alguns de direita, que se colocaram contra Neymar.

É por isso que eu sempre digo: busquem a coerência no momento de adotar suas regras e “cagar regra” para cima dos outros. Como disse Alinsky, fazer o adversário sucumbir pelo seu próprio livro de regras é uma arma da política. Uma arma totalmente leal.

Em momentos assim é que vejo que a posição de um libertário pragmático (não um purista que vive no labirinto do Fauno) é muito mais defensável.

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4 COMMENTS

    • O argumento é ruim. Se uma lei é errada, apelar à esta lei não justifica nada. Se não fosse assim, teríamos escravidão até hoje, pois escravidão JÁ FOI LEI.

    • (“diretor-executivo do COI Christoph Dubi, a entidade irá enviar uma carta à delegação brasileira, anunciando um protesto oficial pelo ocorrido e relembrando os dirigentes que tais procedimentos não são aceitáveis.”).

      Por que será enviada uma carta de protesto a delegação brasileira pela atitude do Neymar e não será feito o mesmo com relação ao atleta muçulmano?

      Resposta: Discriminação e perseguição ao Cristianismo.

      Indignação e regras seletivas criadas precisamente para isto: discriminar e perseguir Cristãos.

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