Menino usado pelas feministas será zoado pelo resto da vida

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Relembre esta matéria do Extra, de alguns dias atrás:

Nesta segunda-feira, a internet entrou em catarse coletiva e compartilhou à exaustão a foto de um menino que riscou o nome de Neymar da camisa da seleção brasileira substituindo pelo de Marta, ao lado de um coração. Todos queriam saber quem era o garoto que resumiu tão bem o sentimento do torcedor de futebol nesta Olimpíada. O EXTRA conseguiu encontrar o pequeno e conversar com seu pai, que nos contou como surgiu a ideia da intervenção na blusa do menino, que chamou a atenção na Arena Carioca 2, no Parque Olímpico, no fim de semana.

— Ele gosta do bom futebol. Estava saindo de casa comigo para a Olimpíada, usando a camisa da seleção. Depois do resultado do futebol masculino, as mulheres da família acharam que a camisa estava “sem tempero” e devia ser empoderada (com a pichação “Marta”). Ele acabou abraçando a ideia — conta o pai do menino.

A família está assustada com a repercussão da história e decidiu preservar a identidade do garoto.

— Meu filho tem 12 anos. Estamos preocupados. Ele não falou nada demais. Tem gente dizendo que ele foi mal instruído pelos pais. Isso nos desagradou muito. Já deu (essa história) — disse o professor universitário.

Foi ele quem levou o filho sozinho para assistir ao judô. Já no estádio, a camisa “pichada” fez sucesso.

— Eu estava sozinho com ele no estádio. Autorizamos as pessoas a fazer fotos da camisa. Ele, no começo, ficou entusiasmado (com a repercussão), mas depois ficou preocupado. É muita exposição. Não somos midiáticos.

No estádio, o menino topou aparecer sendo “entrevistado” por uma torcedora que também tinha ido à partida. Na sequência, o pequeno declara seu orgulho pela seleção feminina de futebol.

“A Marta é apaixonada, ela gosta de jogar futebol. Ela mostra que mulher entende de futebol. A seleção feminina ganhando todas, arrebentando, para mim é um símbolo do feminismo no Brasil. Acho que ela mereceu totalmente (a camisa). Acho que ela merece essa camisa muito mais que o Neymar”, diz o menino.

No entanto, o pai do menino garante que não acompanhou a produção do vídeo e não autorizou sua divulgação. Ele pede, inclusive, que as pessoas preservem o pequeno e parem de compartilhar a gravação.

A seleção brasileira feminina vem recebendo diversos elogios da torcida desde o início da Olimpíada. Em contrapartida, a seleção masculina vem sendo alvo de duras críticas após duas atuações que terminaram em 0 x 0. Neste domingo, no jogo contra o Iraque, Neymar e companhia deixaram o estádio Mané Garrincha, em Brasília, com a torcida chamando por Marta.

Dias depois, a seleção feminina (de Marta) foi eliminada. Detalhe: quem lançou pressão excessiva sobre o time feminino foi as feministas, que resolveram aproveitar os Jogos Olímpicos para brincar de guerra de classes artificiais e estabelecer rivalidades desnecessárias, principalmente por que os homens estavam torcendo pela equipe de Marta. Leite derramado.

Mas depois do título da seleção masculina, é evidente que este garoto será zoado pelo resto da vida. Por culpa das feministas também.

Depois de ser humilhada em público por ter levantado a falsa polêmica dos atletas militares prestando continência, a extrema-esquerda se deu mal também por ter usado a seleção feminista para fins políticos. Mas pior foi ter usado este menino, que fez papel de besta perante o Brasil. Isso vai ficar marcado no “currículo” dele. E as feministas não irão ajudá-lo, como sempre.

Aqui vai a lição para este garoto: “Hoje eu aprendi uma lição. Aprendi que não vou deixar pessoas cínicas do fascismo cultural (politicamente correto) me utilizarem para suas causas desonestas”.

Em tempo: por caridade, este blog não vai mostrar a imagem do menino, que está fartamente disponível na Internet.

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3 COMMENTS

  1. Acho que o certo seria marxismo cultural e não fascismo. Marxismo e sua guerra de classe, e cultural porque tem uma agenda globalista querendo mudar toda cultura ocidental.

    De qualquer forma, fica a lição para o garoto, se quisesse fazer diferença, teria comprado a camisa da Marta.

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