Estupro constitucional é a suástica que ficará na testa dos petistas no pós-guerra

3
66

Há pessoas desanimadas com o golpe dado por Dilma, Renan e Lewandowski para manter os direitos políticos da primeira e ajudá-la a fugir de Sérgio Moro. Na verdade, surge aí um verdadeiro mar de oportunidades na guerra política.

Como disse anteriormente, Dilma já pode ser reconhecida como a maior golpista viva do Brasil. Depois da armação para rasgar a Constituição, somente para livrá-la de Moro e por tabela ajudar Cunha, petismo é golpismo. Sempre foi. Mas agora não há mais como negar.

Eles não possuem mais moral para falar “do Cunha”, que no fim das contas se revelou um aliado de Dilma, do início ao fim. Quanto a golpe, foram eles que deram. Em relação ao fascismo, as depredações causadas pelas milícias dessa escória são a representação perfeita da violência fascista. Nunca vimos o “acuse-os do que fazemos” ser explicitado de forma tão cristalina como nesses dois dias após nossa libertação.

Você não precisa mais conversar com petistas metidos a arrogantes, nem mesmo apertar a mão deles. Você já pode tratá-los sempre com o dedo apontado na direção deles, de forma acusatória.

Um texto de Boudin Bourke, publicado para o Instituto Liberal (e compartilhado por Rodrigo Constantino), faz uma ótima alusão ao filme “Bastardos Inglórios”, de Quentin Tarantino. O soldado Aldo Raine (interpretado por Brad Pitt) costumava marcar nazistas com a suástica na testa, feita por um facão. Isso servia para que as pessoas reconhecem os nazistas onde eles fossem, mesmo após o fim da guerra.

cena-bastardos-inglorios

Os petistas até nem precisariam mais dessas marcas em suas testas. Já existem elementos demais para marcarmos essa gente em qualquer discurso que fizermos sobre eles: o totalitarismo, a corrupção endêmica, os projetos de censura, o aparelhamento de estado, a moral psicopática, o uso da Lei Rouanet, a retórica de ódio e daí por diante.

Mas no apagar das luzes, ver que Dilma e o PT assumiram serem os maiores golpistas de nossa história é praticamente algo que não tem preço. Qualquer choradeira dessa escória a respeito do impeachment pode ser quebrada com a citação de que Dilma se juntou a Renan e Lewandowski para estuprar a Constituição a fim de fugir de Sérgio Moro e dar o mesmo benefício a Eduardo Cunha.

Acabou a moral dessa gente para espernear quanto a Cunha. Ele e Dilma estão abraçadíssimos, feitos um para o outro. Acabou a moral dessa gente para reclamar de golpe, pois tudo que eles fizeram é o mais puro golpismo.

Tanto o golpismo final e a aliança com Cunha estão aí, como as suásticas que Raine cravava nas testas dos nazistas. De jeito algum é para utilizarmos um facão. Precisamos fugir de qualquer forma de violência. Para marcá-los, não devemos usar um facão, mas sim nossa comunicação. Devemos lembrar ao povo para que em todos os lugares os petistas sejam reconhecidos como aqueles que deram um golpe na Constituição (para livrar Dilma e Cunha de Moro).

Raine marcava as pessoas com a suástica para que fossem reconhecidas em todos os lugares. Na era dos smartphones, o PT não tem as mesmas chances que Hitler e Stalin para matar seus opositores. Mas seu projeto trouxe todas as características do marxismo, do fascismo e do nazismo. Exatamente por isso, eles também devem ficar marcados. Tudo que eles fizeram em termos de barbárie precisa estar anexados a eles.

Estamos no pós-guerra, mas os nazistas, digo, os bolivarianos do PT estão por aí. O golpismo final para ajudar Dilma (e, por tabela, Cunha) é apenas mais outra marca que ficará na testa dos petistas. E não vamos deixar ninguém esquecer.

Curta-nos e siga-nos no Facebook para receber todas nossas atualizações!

Para adquirir o livro “Liberdade ou Morte”, você pode consultar o site da Livraria Cultura ou da Saraiva.

Anúncios

3 COMMENTS

  1. Marcar fisicamente petistas e, principalmente, ex-petistas com o símbolo do partido na testa é algo que não deve ser feito, mas que é uma boa ideia… ah, isso é.

  2. MAS “ELES ” TÊM FHC, :

    “Se a guerrilheira do passado não era tão democrática como afirma, isso não apaga a nobreza de sua resistência ao arbítrio e à tortura.”

    “O atual amálgama dos ultraconservadores em matéria comportamental com os oportunistas, clientelistas etc., forma o que eu denomino de “o atraso”. Meu governo e o de Lula, no início, ainda foram capazes de dar rumo ao país, o que forçou o atraso a jogar como coadjuvante. Mais recentemente, entretanto, houve uma inversão: o atraso passou a comandar as ações políticas, tendo Eduardo Cunha como figura exponencial. (…)”

    “Teremos capacidade, coragem e iniciativa para rever posturas, caminhos e alianças? Terá o PT disposição para uma verdadeira reconstrução e para o diálogo não hegemônico? E os demais partidos, inclusive e principalmente o PSDB, serão capazes de aglutinar a maioria, apesar de inevitáveis divergências?“

    Ou seja, o Olvao tinha razão.

Deixe uma resposta