Guerra contra Alexandre Moraes já é terceira confissão de culpa petista em 2 semanas

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Boa parte da análise do comportamento político do PT é uma análise orientada a padrões, uma vez que o partido, embora fraudulento ao limite do absurdo, é extremamente previsível. Assim, nada melhor que avaliarmos os padrões:

  1. Lula é denunciado pelo MPF. Evidências são inquestionáveis. Petistas dizem que “foi espetáculo excessivo”.
  2. Mantega é preso pela PF. Evidências são inquestionáveis. Petistas dizem que “foi errado prender no dia da cirurgia da mulher”.
  3. Palocci é preso pela PF. Evidências são inquestionáveis. Petistas dizem que “o problema é que Alexandre de Moraes” teria informações de que a prisão aconteceria antes.

Qual é o padrão observado aqui?

Simples: a mudança de foco, sempre desonestíssima, diante da absoluta incapacidade de refutar as evidências da acusação.

Decerto Alexandre de Moraes pisou na bola e cometeu uma gafe – e nada mais do que isso -, mas nada que invalide as evidências colossais enfiadas na fuça do petista Palocci.

O que temos, no fim das contas, é que no espaço de 14 dias vimos os petistas abdicando totalmente de qualquer refutação às evidências da acusação, apegando-se nos três casos apenas à forma, mas jamais ao conteúdo.

Quer dizer, a equipe de Temer está se complicando de bobeira, pois o mero comportamento petista de se apegar a picuinhas – “prisão em dia de cirurgia da esposa”, “uso de Power Point” e “vazamento de ação da PF” – é uma confissão de culpa nos três casos.

Se Temer der um jeito na comunicação de seu time, na próxima vez em que um petista for preso talvez eles reclamem da cor da camisa usada pelos policiais ou do time para o qual torce o juiz Sérgio Moro.

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