O Rio entre Crivella e Venezuela

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A frase “No Rio agora é Crivella ou Venezuela” apareceu inicialmente no timeline de Rodrigo Constantino. Não sei quem é seu autor, mas reflete com exatidão o cenário atual da disputa na capital carioca.

Passa a ser uma obrigação moral dos eleitores de Pedro Paulo (PMDB), Carlos Osorio (PSDB), Indio da Costa (PSD) e Flavio Bolsonaro (PSC) exigir que seus candidatos passem a apoiar um projeto diferente do totalitarismo defendido por Marcelo Freixo.

Decerto Freixo, como prefeito, não conseguirá transformar o Rio de Janeiro em Caracas. Para isso, o bolivariano precisaria ocupar o cargo executivo no governo federal. Mas qual a razão para deixar que uma pessoa que defende o saqueamento de estados ocupe a prefeitura?

Se Marcelo Freixo se tornar governador, a cidade carioca vai sentir na pele o que paulistanos já sentiram com Luiza Erundina e Fernando Haddad, mas em escala muito maior, uma vez que os partidos de extrema-esquerda, agora acuados, contarão com as poucas posições de poder para angariar recursos.

Quer dizer: as poucas cidades ocupadas pelo PT, PCdoB e PSOL vão comer o pão que o diabo amassou para compensar a verba escoando das mãos dos três partidos nas demais cidades onde eles perderam.

Povo carioca, você não merece mais essa desgraça!

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11 COMMENTS

  1. Sou carioca e hoje, incrivelmente, me sinto pior do que no episódio da reeleição da Dilma. A esquerda já mostrou a que veio, pessoas estão sendo punidas semanalmente e mesmo assim, o povo continua a se deixar enganar e não aceitar que esse tipo de política NÃO GERA PROSPERIDADE. Meu voto, bizarramente, irá no Crivella. Mas concordo que entregar ao Freixo daria um bom contra exemplo para todo o resto do Brasil.

  2. Gostaria de fazer uma correção ao texto acima , Marcelo Freixo não é candidato a governador do estado do Rio de Janeiro e sim a candidato a prefeito da cidade do Rio de Janeiro.

  3. Em primeiro lugar, se diz o que “paulistanos” passaram com Luiza Erundina e Fernando Haddad, não “paulistas”. Pois paulista é o que nasce no estado de São Paulo, os moradores de Campinas, Santos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto também são paulistas e felizmente não tiveram que aturar Erundina ou Haddad, pois eles foram prefeitos da capital, e não governadores. Aliás a extrema-esquerda nunca governou o estado de São Paulo, apenas a cidade. “Decerto Freixo, como prefeito, não conseguirá transformar o Rio de Janeiro em Caracas. Para isso, o bolivariano precisaria ocupar o Executivo”. Mas a prefeitura também é um cargo executivo. Você certamente se refere ao governo federal.

    • Na verdade quem era para ter sido o segundo turno seria Crivella x Flávio Bolsonaro . Aí o candidato da Universal /Edir Macedo/Rede Record não teria essa votação toda . Freixo só foi para o segundo turno que era apoiado como candidato B da Rede Globo e de intelectuais da Zona Sul e a comunidade gay que apoia Freixo via Jean Wyllys que não queria estar alinhado com Jandira e as abstenções e votos nulos e brancos

  4. Freixo é um coxinha disfarçado de mortadela quando o cu aperta o frouxo corre para se esconder na europa e depois anda com 18 seguranças e. dois cargos blindados .e quando o bicho pega não. sabe não.viu muda de opiniao..aprendeu com Lula

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