Leandro Karnal faz o mais desonesto comentário sobre a PEC antipedalada

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Não poderia deixar de ser diferente.

Leandro Karnal, o guru “isentão” – que sempre está prestes a ajudar projetos totalitários de poder – surge de novo com sua ladainha cínica e perversa em favor da extrema-esquerda.

Como qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe, a PEC 241-16 visa impedir que governos perdulários e tirânicos gastem mais do que podem.

Mas se a PEC for aprovada, grupos que dependem do saqueamento estatal para tentar construir ditaduras – como Chavez e Maduro conseguiram fazer na Venezuela e Dilma tentou por aqui, mas não conseguiu – terão vida difícil.

Daí essa aberração aparece com isso:

É engraçado que ele tenha citado o marxista declarado Mario Sérgio Cortella, que teria simulado que “a educação está fora por um contingenciamento da Constituição”.

Observe quando Karnal – como sempre, desonestamente – diz: “Educação e saúde são atividades fim do Estado, portanto, não devem ser comprometidas com as políticas de contenção de gastos. Se você comprometer atividade fim do Estado, você está comprometendo toda a próxima geração”.

O truque de Karnal é fingir que o estabelecimento de um teto fará com que sejam cortados investimentos em educação e saúde, o que levaria “o Brasil à bancarrota total por décadas”.

A informação que ele omite do espectador é que saúde, educação e segurança – e, curiosamente, ele não citou este último item – significam apenas 17% do orçamento.

Ou seja, de onde ele tirou que o limite de gastos vai prejudicar exatamente esses 17%?

Resposta: ele, assim como todos os socialistas, estão mentindo no intuito de tentar proteger o próximo governo que tentar estabelecer um regime totalitário.

O medo de Karnal e de toda a “elite” intelectual da extrema-esquerda é esse: uma PEC que impeça seus totalitários preferidos de pedalarem e saquearem estados, fazendo uso de déficits artificiais – pois dinheiro é tirado para pagar empreiteiras e tiranias aliadas, ao invés de ser destinado à saúde e educação – para conseguir dinheiro sujo.

Karnal não se preocupa com o futuro do Brasil, mas unicamente com o futuro de seus tiranos.

Dilma caiu. Lula está para ser preso. Mas outro líder socialista ambiciona o poder, talvez não em 2018, mas em 2022 ou 2026. Esse líder precisará saquear o Brasil e criar déficits artificiais.

Esse líder pode fazer o povo sofrer feito cachorro ladrão. Pode criar racionamento de alimentos. Pode afastar investidores. Pode levar o país ao colapso. Pode estuprar esposas de opositores (como ocorre com Lilian Tintori, na Venezuela).

Para conseguir tudo isso, esse líder socialista precisará do dinheiro estatal desviado para uma elite, mas não para saúde, segurança ou educação.

É para isso que ele esconde a informação básica: de que saúde, segurança e educação representam apenas 17% do orçamento e não serão abaladas por uma PEC que impeça governos sádicos e psicopáticos de destruirem as contas públicas e aniquilarem o futuro dos brasileiros.

É com o futuro desses líderes monstruosos que Karnal está preocupado.

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5 COMMENTS

  1. O cara está certo. Apenas discordo dos métodos. A única coisa que funcionará é tirar “todos ” os partidos que estão ai e colocar no lixo. Este governo mata o paciente pobre para guardar o remédio para os seus. É obrigação do estado garantir educação, saúde e segurança. O problema do país é o que todos que estão pol[itica brigam por projetos de poder e não pelo brasileiro. O congresso tem a mão esquerda e direita para nos roubar e manter o país para seus amigos e não para todos. Ainda vamos fazer uma reforma político forte e acabar com essa festa.São todos nossos empregados e devemos colocá-los no seu lugar. De direita ou esquerda a bandalheira continua. E meu amigo…. esperem… Não tá morto quem peleia!

  2. Luciano, vai, a seguir, mais uma contribuição, na defesa de suas posições, diante das “vigarices intelectuais”, desse tal de Karnal e daqueles que o acusam de invejoso, por descontrui – lo intelectualmente.

    Em 1996, uma revista de estudos culturais, americana, estava na moda. Era a “Social Text”. Publicava textos de certos círculos da academia americana e, por enquanto, de supostos eminentes filósofos franceses.

    Todos representantes de vastos setores das ciências sociais e das humanidades que haviam adotado uma filosofia que, hoje, já é bem conhecida como pós-moderna. Os franceses, tidos por muitos, como expoentes da teoria francesa contemporânea eram: Jacques Derrida; Jacques Lacan; Gilles Deleuze; Félix Guatttari; Michel Serres; Julia Kristeva; Jean Baudrillard; Bruno Latour; Paul Virilio; e alguns outros mais.

    Esses pós-modernos se caracterizam por escrever: bobagens de forma altissonante, com frases destituídas de qualquer significado (indicaremos, mais à frente, onde isso poderá ser constatado).

    De preferência: abusavam do uso da terminologia da matemática e da ciência, principalmente da Física, extrapolando-as de forma totalmente inadequada e absurda, para as ciências sociais e as humanidades. Resumindo: praticavam mistificações físico-matemáticas.

    Escandalizado de ver tudo isso, o físico Alan Sokal também resolveu escrever um artigo e tentar publicar na tal revista da moda: “Social Text”. De fato, conseguiu vê-lo publicado.

    O título era “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”.

    Ainda mais, foi festejado como excelente e publicado numa edição especial da revista em questão. Isso, por que foi visto como capaz de refutar a crítica dirigida ao pós-modernismo, por vários cientistas eminentes.

    No tal artigo, após desenvolver uma série de raciocínios, escreveu, por exemplo, que: O π de Euclides e o G de Newton, antigamente imaginados como constantes e universais são agora entendidos em sua INDELÉVEL HISTORICIDADE”.

    Depois do estrondoso sucesso, Sokal revelou que tudo não passava de uma monstruosa farsa e que o conteúdo do artigo era constituído por uma infinidade de construções, totalmente sem nexo. Não precisa descrever o alvoroço a revolta dos pós-modernos.

    Depois, Sokal e Bricmont resolveram escrever um livro, revelando a pegadinha e demonstrando, ponto por ponto, as farsas dos pós-modernistas.

    O livro indicado, conforme prometi, e que vale a pena ser lido, recebeu como título: “Imposturas intelectuais: o abuso da ciência pelos filósofos pós-modernos”.

    Numa chamada de rodapé, os autores se referem aos tais filósofos franceses, aqui citados, dizendo que seria mais adequado designá-los como: “intelectuais filosófico-literários”. Não por acaso, todos de uma esquerda festiva.

    Qualquer semelhança desses impostores “filosófico-literários”‘, com Karnal, NÃO é mera coincidência.

    Para os que acham que os opositores de Karnal o sejam, por inveja da sua popularidade, lembrarei uma “máxima” do escritor (impopular por ter atacado, ferozmente, em seus escritos, a Igreja católica, ao final do século XIX. ): “pelo menos em literatura, a POPULARIDADE é a glória dos MEDÍOCRES”(e, afirmo eu, é muito fácil provar isso, à luz da Estatística.)

  3. Somente um intelectual da esquerda para confundir dizimado com exterminado.
    Te liga Karnal! Uma pessoa que ganha uma guerra com o seu exército dizimado é um grande general, pois venceu a guerra e perdendo somente 10% de seu exército.

  4. Este pseudo filósofo que fala por mitos não mais precisa se apoiar numa tradição, ele se autoproclama (ou simplesmente o faz) com o direito de aurir ideias particulares e com elas a convencer, persuadir, dominar. Mesmo o filósofo que fala por outras vias pode inventar fundamentos, pressupostos, tomar o provável como o verdadeiro a partir de nada menos que seus sentidos, suas intuições, suas fantasias e omitir detalhes que lhe convêm. Sua fala mansa agrada o espectador e vê nele um simbolismo da sabedoria, e tudo que vier de sua fala “com certeza” será a verdade. Um indivíduo que logo, logo cairá sua máscara. Ver para crer….

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