Destruindo o mimimi (em dobro) com explicação didática revisada sobre a PEC 241

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The party animal

Saiu uma explicação didática sobre a PEC 241, horas atrás. A explicação não foi minha, mas eu a citei, evidentemente.

Alguns petistas acusaram a explicação de “machista”. Como sempre, a acusação é uma fraude, uma vez que o rótulo “vagabundo” pode ser aplicado tanto a homens como mulheres.

Basicamente, estão se apegando de modo desonesto à forma em vez de focar no conteúdo, exatamente como fizeram quando Lula foi denunciado pelo MPF. Como não conseguiam responder, apelaram ao truque de dizer “ah, é espetacularização, por causa do Power Point”. Pura palhaçada. Eles não mudam.

Seja lá como for, nada melhor que reescrever o exemplo, mantendo o mesmo didatismo, e tirando as oportunidades de mimimi dessa gente.

Segue o novo exemplo didático sobre a PEC 241:

Angela é uma executiva de sucesso, casada com Marcelo. Ele é um músico de garagem, que passa boa parte do tempo em casa. Ele é um “dono de casa”.

Angela tem um cartão de crédito sem limite. É Angela quem paga a fatura.

Angela deixa esse cartão com Marcelo, que vive uma vida fútil. O vagabundo adora gastar aos tubos, em tudo que é tipo de besteira. Também gasta muito com bebidas, festas e até para ficar chapado.

Marcelo é o governo.

Quando Angela olha a fatura, observa que, com o cartão, ele pagou o seu plano de saúde, a mensalidade da escola do seu filho, algumas outras coisas importantes e centenas de outras coisas caras e desnecessárias.

Quando Angela vai tirar satisfação, para cada item desnecessário, o vabagundo inventa uma justificativa para convencê-la de que aquela compra era indispensável. Angela aceita…

A cada mês, a fatura vem mais alta. Depois de alguns meses, a fatura ultrapassa a sua renda mensal.

Angela percebe que, se isso continuar assim, vai acabar ficando inadimplente.

Então, em um momento de lucidez, Angela liga para o banco e pede para colocar um limite compatível com a sua renda no cartão.

Os amigos de seu marido ficam revoltados. Dizem que, com esse limite, não vai dar mais para pagar a mensalidade da escola, nem o plano de saúde, como se não fosse houvesse mais nada para cortar. Esses amigos são os militantes do PT, PSOL e PCdoB.

Angela decide manter sua decisão, mesmo assim.

Quando Angela fez isso, estava adotando a sua PEC 241.

Fim.

E agora, petistas, vão chorar?

Quero só ver…

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Para adquirir o livro “Liberdade ou Morte”, você pode consultar o site da Livraria Cultura ou da Saraiva.

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7 COMMENTS

  1. A corrupção consome 200 bilhões de reais todo ano no Brasil. Querem dinheiro para custear os serviços públicos e controlar o excesso de gastos? Acabem com 99% da corrupção que o Estado terá dinheiro para cumprir suas obrigações sem extrapolar o orçamento.

  2. que precisa cortar gastos até uma ameba sabe. A questão é: os gastos precisam ser necessariamente da educação da saúde e de outros setores sociais? Acho que não… Governo precisa gastar melhor… Essa deveria ser a bandeira do Temer… E eu não acho viável trocar a palavra gastos por investimentos… E no caso, o País precisa aprender a investir nos setores sociais pois eles são constitucionalmente atividades fins do Estado. A gente investe demais em políticos ta aí uma conta que não para de crescer… Vemos as cadeiras dos parlamentares aumentando e seus gastos também… Essa conta é muito conveniente quando a gente não lembra de mexer no pirão dos deputados, senadores e do próprio presidente… A PEC vai salvar a economia? Pode até ser, mas não vai salvar as pessoas… É como um caminhão que, para chegar até o destino com êxito, trata a carga que carrega como pau velho… Mais inteligente seria pedir uma auditoria nessas contas e ser transparente com os número para a população. Além de tentar uma reforma tributária consistente e justa… E não. Eu não sou petitas. Não tenho políticos de estimação. Eu li o documento como faço com a maioria… Eu não fico lendo postes de políticos e reproduzindo conhecimento alheio sobre o assunto… E eu convido as pessoas que quiserem saber mais sobre a PEC que baixem o arquivo e leiam e aprendam a pensar por si… Pois, até para pensar contrário é necessário ser consciente e querer somar.

  3. Não é bem assim. Os limites e cortes de gastos têm de começar pelos salários e mordomias dos políticos e não com cortes para a educação e a saúde do povo, que é quem paga os salários desses políticos. Mas, infelizmente, no Brasil os políticos agem a favor de seus próprios interesses e não a favor do povo, como deveria ser e como de fato é em países de primeiro mundo. Essa PEC é sim cruel e injusta.

    • A PEC é cruel com os mamadores de tetas estatais que querem enviar dinheiro pra Cuba e Venezuela, ou enfiar em Odebrecht e nas empresas do Eike.

  4. Urgente!!!, É urgente mesmo.

    Finalmente encontrei uma explicação do por que da aprovação unânime da PEC 241 pelos antipetistas, que tratam a mesma como uma vacina contra as pedaladas no caso da volta, em função dos erros da direita.

    Acompanhei e comentei no blog durante o fora PT, considerando sempre perfeitas sua análises e explicação, notando nas eleições americanas as mesmas estratégias usadas pelos nossos esquerdistas, pela Hilária, a Dilma deles, sempre colocando o Donald contra a parede taxando ele de racista, entre outra acusações.

    Hoje achando que o tempo está esgotando, andei espalhando pelos blogs acima,entre outros o comentário que vou anexar como feito e inclusão do que li aqui. Espero que leve a sério o que escrever verá que o que vocês acham que vai ser uma solução vai ser trazer , logo, um grande problema, não esquecendo que os sócios da roubalheira não são nenhuma Madre Tereza, são dos políticos mais desclassificados.

    “Saudações.O tempo urge, então vai assim mesmo.
    http://www.diariodopoder.com.br/artigo.php?i=46043195616

    “Roberto Vieira Cavalcanti · Belo Horizonte, Brazil
    “Tá negativo, tá desfavorável”, tá tudo dominado.

    Até hoje não vi ninguém da imprensa, aqueles blogs que lutaram pelo impeachment, oantagonista, que se transformou no o FINANCISTA, que chegou ao cumulo de propor um abaixo assinado pela aprovação da PEC, para sacrificar a população em benefício dos banqueiros, o Reinaldo Azevedo, que passou a ser o bloguista politicamente correto e não publica comentários criticando com fundamento essa PEC suicida, o Augusto Nunes, que apesar da minha insistência, com argumentos consistentes, me mandou esperar sentado, o Rodrigo Constantino onde, para cobrar uma posição, tive o cuidado de ver se tinha tido esse cuidado, não achei nada, que tivessem pelo menos a responsabilidade de questionar essa PEC.
    Parece que o controle de gasto tem que acontecer de qualquer jeito, não importando a falta de demonstração do que se pretende com isso, com NÚMEROS e ao longo do tempo, não levando em conta que no Brasil em situação muito pior, com falta de divisa, com o mundo em crise, inflação de até 80% ao mês, caçando boi no pasto, ninguém ousou propor esse absurdo, do jeito que está sendo proposto. Para exemplo basta ver a aceitação do senador Cristovam Buarque, como uma Pollyana procurando ver o lado bom da PEC, inocentemente achando que ao longo do processo haverá uma correção, dependendo de força política, que serão feitas reformas da constituição todas as vezes que surgir um impasse.Para começar já cito um, começa pela Previdência logo ali na virada do ano, não existirá dinheiro para mais nada se, como de lei? os benefícios atuais forem corrigidos pela inflação e levando em conta que os funcionários da previdência receberam um aumento de 11,7% em duas parcelas, a primeira nesse ano, uma pequena parte afetando pouco o aumento dos gastos nesse mesmo ano, e o restante em 2017, além de misturar alhos (despesa com benefícios) com bugalhos ( despesas de custeio), nada impedindo que se faça o mesmo que ocorre no judiciário onde eles se auto concedem todos os tipos de benefício, as bolsas isso e aquilo. Mais grave ainda, não estão levando em conta o aumento da população ao longo dos 20 anos, deduzidas as baixas naturais, fazendo com que o investimento per capta seja reduzido na mesma proporção desse número (aumento – baixas).
    Outra coisa séria é não dizer o que pretendem fazer com a absurda diferença entre o aumento da arrecadação e a inflação, que só no período de 2000 a 2012 foi de 120%, já deduzida a alta na carga tributária que foi de ~14%, de ~ 29,3% do PIB em 2000 para ~ 33,4% em 2012, ninguem sabe, só eles que estão apenas dando uma garantia escandalosa para os especuladores e nem preocupam em projetar a redução das taxas de juros. Estão apenas procurando tirar o maior lucro possível antes que essa PEC provoque um estrago maior do que o do governo petista.”

    PS.: Nesse momento aos 45′ do segundo tempo sou obrigado, aos 40′ do dia 25/10/2016, agora 1h e 10′, contrariado, a incluir o novo site do Lucianoayan, como, talvez a explicação do por que todos os mencionados acima se recusam a tratar a PEC 241 como um golpe, de um lado os antipetistas como uma forma de evitar novas pedaladas e os petistas e associados defendendo as pedaladas, no seu caso com uma explicação infantil, com sua explicação didatica e sua revisão, esquecendo de analisar as consequências do que estão aprovando, entre as quais as que mencionei acima.

    Para evitar alguma confusão, sou a favor do controle de gastos por 20 anos e para sempre, desde que não se dê carta branca para fazer uma burrice, que tenha começo, meio e resultado, tudo com previsão, para que não seja o motivo para a volta dessa gente, lembrando que essa alternância normal de poder é devido às consequências da decisões erradas, ora da direita (FHC) e ora pela esquerda (a herança maldita do FHC, o PT). Ainda dá tempo para desarmar essa bomba relógio.

    Me considero um Dom Quixote lutando contra um moinho, em sua última tentativa.

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