Agressão contra Cunha em Aeroporto é mais um recuo civilizacional petista

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Existem traços de civilização até mesmo na guerra tradicional. É por isso que rejeitamos tanto as ações do Estado Islâmico. Não podemos tolerar que o assassinato em massa de inocentes seja tratado normalmente. Igualmente, não se revidam as agressões do Estado Islâmico com a morte de crianças e outros civis. Razão: há limites que não podem ser ultrapassados, se quisermos nos adequar à vida em civilização.

Do mesmo modo, há certos limites que não podem ser ultrapassados na guerra política: um deles é sair da pressão tradicional para a agressão sistemática contra um oponente. Novamente, foram os petistas que quebraram este limite.

Durante o desembarque no aeroporto Santos Dummont, no Rio, Eduardo Cunha foi agredido por uma senhora petista. Não falamos de uma maluca qualquer, mas de uma senhora que foi agredi-lo a partir de uma ação organizada, tanto que se ouve a determinado momento: “Pega o Cunha, senhora!”.

Conclusão: os petistas demonstram comportamento típico de inimigos da civilização. Devemos rejeitar os crimes de Eduardo Cunha – como rejeitamos os crimes muito maiores de Lula e Dilma -, mas isso não justifica a emissão organizada de ordens para sair batendo em adversários.

É principalmente por isso que o PT é tão perigoso. Na Venezuela, onde bolivarianos similares adquiriram o poder totalitário, eles chegaram a violentar vários estudantes com baionetas nas manifestações do início de 2014, bem como obrigam Lilian Tintori – esposa do preso político Leopoldo Lopez – a dançar nua por longos minutos nas revistas íntimas quando ela vai visitar o marido na prisão, sendo assistida por várias pessoas. A tática de humilhação lançada contra Lilian é um modo de demonstrar: “não temos limites”.

Um partido que conta com agressões deste tipo (e ainda as comemora) é mais que um adversário dos padrões morais: é um inimigo da civilização. A ação organizada no aeroporto quer simplesmente demonstrar: “nós podemos fazer tudo que quisermos na guerra política”. É um imperativo moral dizermos para eles: não, não podem.

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