Abuso estudantil em limite máximo: alunos ameaçados se não protestarem pelo PT

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Não é preciso de muito mais do que isso que veremos aqui para demonstrar que o abuso contra estudantes ultrapassou qualquer cota de controle. Junto ao estelionato educacional, isso tem se tornado uma praga no ambiente das escolas públicas.

O deputado federal do Rio Grande do Sul, Jerônimo Goergen, PP, denunciou que alguns professores do Instituto Federal Farroupilha, em Santa Maria, estão obrigando alunos a participarem de protestos contra a PEC 241.

O Antagonista publicou um documento comprovando o abuso:

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O deputado disse: “Estão fazendo em todos os campus no Rio Grande do Sul. É lavagem cerebral pura numa escola pública”.  Foi ele que enviou o documento.

“Não vai ter aula, mas avisaram que vão passar uma lista de presença no protesto. Quem não assinar perderá o direito de fazer provas, trabalhos em sala de aula, tudo”, explicou um aluno.

Esse é um dos motivos pelos quais discordo ferrenhamente de alguns direitistas que tomaram partido dos doutrinadores em sala de aula, ao invés de optar pelos alunos, defendendo a tese de que “o debate precisa acontecer” em sala de aula.

A pergunta é: com exemplos desta extração, como alguém ainda pode acreditar que a coisa se trata de “debate” e não de um processo de conquista de poder, dentro do qual a doutrinação escolar é apenas um recurso valioso?

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