Prisão de Cunha dá tiro fatal na narrativa cínica vitimista de Lula

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Pois, enfim, nesta quarta-feira, o ex-deputado Eduardo Cunha foi preso por Sérgio Moro. Detido próximo ao local onde mora em Brasília, Cunha já embarcou às 15 horas no avião da PF que o leva para Curitiba. Ele é réu em processos da Operação Lava Jato que estão sob a responsabilidade do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

A ordem de prisão foi expedida nestas terça (18). E olhe só: Moro também decretou o bloqueio de bens do ex-deputado no valor de R$ 220.677.515,24. Isso deve ter doído bastante no bolso dele.

Mas também deve ter doído muito para as hostes petistas, que perderam uma das narrativas mais cínicas já inventadas na história da política brasileira: aquela dizendo que “Lula é perseguido”.

Eduardo Cunha é apenas um peão no tabuleiro do escândalo relacionado à Petrobrás. Como o MPF disse antes, Lula é o chefão de todo o esquema. Logo, hoje foi preso apenas um soldadinho do exército liderado por Lula.

Se Cunha não é perseguido – e nenhum petista terá a cara de pau de afirmar isso -, Lula também não o é.

A partir de agora, devemos colocar sob extrema ridicularização qualquer sujeitinho que aventar à narrativa do “Lula perseguido”, especialmente porque o soldadinho Cunha foi preso muito antes do chefe.

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