Catraca Livre dá show de hipocrisia ao tentar a carta da simulação de machismo

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Como eu havia escrito ontem, o truque tentado pela mídia de extrema-esquerda para acusar Marcelo Crivella de machismo por ter elogiado a beleza de duas apresentadoras em um debate era sujo e até desumano. Para piorar, era um truque machista.

Citei vários exemplos de duplo padrão, que desmascaram qualquer usuário da carta do machismo nesta questão do debate.

Porém, foi até rápido demais para que um desses órgãos de mídia caísse em uma vergonhosa contradição.

Observe esta imagem, vista na página Loira Opressora:

______catraca_livre-01

Agora veja esta, no mesmo dia:

______catraca_livre-02

Quer dizer, no mesmo dia em que eles usaram um truque após o elogio à beleza de Mariana Godoy, elogiaram… a suposta beleza de um policial masculino.

Mas espere… elogio estético pode ou não pode?

O truque é este: pode se for feito por alguém do lado deles. Mas não pode se for feito por um adversário.

Obviamente é o mesmo tipo de gente que silenciou quando Lula falou das “feministas de grelo duro”. Isto sim é machista. Não o elogio à beleza de alguém.

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3 COMMENTS

  1. É o mesmo tipo de gente que falou que a prisão de Cunha era justificada, porque existem muitas provas contra ele, mas que a de Lula seria perseguição política, porque não há provas contra ele (a despeito da montanha de evidências). Rs.

    http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/cultura/como-nao-rir-de-maria-do-rosario/

    O truque é este: se é contra o adversário, a montanha de indícios e evidências coletadas pelos órgãos de investigação constituem “provas”; se é contra alguém do lado deles, então são meras ilações sem fundamento.

  2. Discordo um pouco. Não houve machismo nem por parte do Crivela e nem por parte do Lula. O primeiro fez apenas um elogio, como o Catraca Livre fez ao policial. Já o Lula ofendeu algumas mulheres que ele classificou com aquela expressão idiota.

    Ofender mulher não é machismo, assim como ofender homem não é feminismo. Ofender é ofensa e pronto. É errado não importa o alvo da ofensa. O resto é relativismo. Usar a palavra machismo contra tudo o que acontece contra as mulheres é a mesma coisa que usar a palavra racismo contra tudo o que acontece com negros ou homofobia com tudo o que acontece contra homossexuais. E não é verdade.

    O interessante é que esse tipo de julgamento só vale pra um lado. Se homem xinga mulher é machismo, o contrário não é qualificado. Se branco xinga negro é racismo, o contrário não. Se heterossexual xinga homossexual é homofobia, o contrário não é qualificado.

    As atitude já possuem nominalização, não precisamos criar outras que separam e isolam as pessoas em pequenas ilhas que vivem em constante conflito. É simples, perceba: Crivela e Catraca Livre elogiaram, Lula ofendeu, e Catraca Livre foi hipócrita ao criticar e rotular o Crivela de uma atitude que eles mesmos tomaram pouco tempo depois.

  3. Pode ou não pode não depende de princípios nem de fatos, depende apenas de QUEM falou ou escreveu. Esquerdistas se dão o direito de praticar abertamente tudo o que acusam os outros.

    Luciano, comente sobre a notícia da médica negra no avião, que a comissária não teria acreditado que fosse médica só porque é negra.

    * * *

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