O heroísmo do estudante que desafiou a extrema-esquerda: “Sou preto, pobre e vocês não me representam”

3
71

Conforme o Jornalivre, o estudante Rodrigo Maker enfrentou os militantes de extrema-esquerda que ocupam a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Usando o microfone, ele demonstrou o fascismo daqueles que querem impedir que ele receba seus direitos garantidos na Constituição, como o direito de estudar na instituição para qual foi aprovado e o de ir e vir.

Como sói ocorre nesses casos, foi vítima do ódio de uma turba de fascistas. Foi quando ele subiu o tom: “Sou preto, pobre e vocês não me representam”. O vídeo viralizou nas redes sociais.

Maker é mais um exemplo de heroísmo vindo daqueles que estão se cansando dos movimentos totalitários que lutam pelo fim do futuro dos jovens. O que os movimentos da extrema-esquerda estão fazendo contra os estudantes brasileiros não tem perdão.

Curta-nos e siga-nos no Facebook para receber todas nossas atualizações!

Para adquirir o livro “Liberdade ou Morte”, você pode consultar o site da Livraria Cultura ou da Saraiva.

Anúncios

3 COMMENTS

  1. PARABÉNS PARA O RODRIGO !! MAS LIDAR COM GENTE DESCEREBRADA É INÚTIL !!TOMARA QUE ESSES ESTUDANTES SE TOQUEM AO PERCEBER O JOVEM RODRIGO COM OPINIÃO TÃO BEM FORMADA E MADURA!! TOMARA QUE SE TORNEM UM POUQUINHO MAIS CURIOSOS E MENOS PARALISADOS NO ÚNICO CONHECIMENTO QUE TEM E BUSQUEM ESTUDAR OS INÚMEROS FILÓSOFOS QUE CONTESTARAM MARX !!SABE , PRECISAM RETIRAR A VISEIRA QUE OS IMPEDE DE ENXERGAR E ADQUIRIR UM OLHAR E UMA POSIÇÃO MAIS CRÍTICA E SAIR DESSA LETARGIA TOLA !!

  2. Proibir o jovem pobre de estudar e fazer com que ele fique mais atrasado ainda, levando em conta que os alunos das escolas particulares estao tendo aulas normalmente, so demonstra que esses psicopatas que invadiram as escolas, não tem nenhuma consideração por aqueles que dizem defender.

    O pior é ver jovens fazendo discursos que supostamente são reflexões, mas na realidade, são aqueles decorados antes de uma apresentação escolar, de nivel médio ou fundamental, obviamente que a imprensa que entrevista esses jovens, a grande maioria, não tem a coragem de questionar e colocar o adolescente em saia justa, provavelmente por que o mesmo jornalista que resolver perguntar algo, poderá ser processado por algum motivo qualquer, como ‘expor ao ridiculo’ o menor de idade.

Deixe uma resposta