Antagonistas repetem os jogos sujos do petismo para atacar Trump

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Nietszsche havia escrito, em Para Além do Bem e do Mal: “Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.”

Já era de se prever que alguns combatentes contra o petismo se tornassem exatamente iguais a eles na capacidade de mentir e viver de encenações. Pena que o mesmo aconteceu com o Antagonista.

Eles lançaram o post Isto é Trump:

Em tempo: aconteça o que acontecer nas eleções, Trump jurou em alto e bom som, em seu pronunciamento hoje em Gettysburg, que processará as mulheres que o acusam de assédio sexual.

Isso não é jornalismo. É sujeira. É podridão.

O truque dos antagonistas é fingir espanto diante de coisas normais e tentar sugestionar incautos pela via do teatro. Não é nem um pouco diferente da baixaria feita pela Revista Veja neste fim de semana contra Crivella. O padrão de comportamento é o mesmo daquele executado por Lindbergh Farias, Vanessa Grazziotin e Gleisi Hoffmann na defesa do impeachment.

O frame “isto é (x)” é usado para simular que alguém fez alguém condenável. O teatro sujo está no fato de que processar pessoa que fazem acusações contra você – sem apresentar provas – não é apenas um direito legal, como também um imperativo moral. Quer dizer: Trump está exercendo sua cidadania ao processar acusadoras que não possuem provas das acusações.

Podemos divergir de Trump em vários aspectos. Mas qualquer ser humano decente deve aplaudir sua iniciativa de processar as mulheres que o acusaram de assédio sexual. Se elas não apresentarem provas, devem pagar o preço de terem feito as acusações não provadas. Só monstros – do nível dos piores petistas – podem tratar tal atitude de Trump como algo errado.

É preciso que os leitores do Antagonista os pressionem a explicar: “Qual é o argumento moral de vocês para definir o processo contra acusadores – que não tenham provas – como algo imoral?”.

Precisamos ser melhores do que petistas, em termos morais. Senão, de que valeu a pena a luta contra eles?

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4 COMMENTS

  1. Depois daquela defesa incessante pela reeleição de Janot, seguida daquelas várias notícias “bombas”, que mais na frente se mostravam tão forte quanto um traque deixei de levá-los a sério.

  2. O Antagonista é quase um caso à parte: seus leitores ou concordam ou discordam 100% deles. No caso dessa postagem houve discordância total e o truque foi desmascarado. Os leitores dessa página são muito unidos em certas questões, mas não em todas elas. Esteja certo que, tivéssemos Hillary e Trump no Brasil, O Antagonista receberia uma banana dos seus leitores.. Calhou que O Antagonista surgiu em uma época de grande mudança política e todos que queriam ver o PT fora do país, se uniram a eles. Mas acho que as semelhanças param por aí. Mesmo assim, penso que devemos muito a essa página, pelo seu combate incessante contra a esquerda e principalmente pelo apoio a Lava Jato.

  3. Para você pensar, depois da queda petista e ao verificar as medidas dos sócios deles por mais de treze e os pronunciamentos da atual oposição, cheguei à seguinte conclusão, os políticos só falam a verdade quando na oposição e quando seus futuros estão ameaçados. A mesma conclusão estou chegando agora sobre os bloguistas e jornalistas políticos que foram a favor do impeachment, que passaram a agir como os petistas, a causa justifica os meios, aceitando quaisquer medidas propostas pelo governo, aceitando sem analisar e questionar. Os antagonistas, Reinaldo “politicamente correto” Azevedo, Augusto Nunes mandando quem questionasse isso esperar sentado, Rodrigo Constantino, o liberal radical, deslumbrado com osamericanus.

  4. Fiquei impressionado com a contundência do Ceticismo com a nota (fútil) do Antagonista. Por mais que eu aprecie (sempre com alguma restrição) as duas publicações, o Ceticismo me provocou risos a uma nota infantil – ou devo levar a sério?

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