7 ataques políticos que a campanha de Crivella deveria usar após a baixaria da dobradinha Veja/Freixo

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A melhor parte de alguns ataques exagerados na guerra política é que eles habilitam sua resposta mais assertiva. Daí perdemos o pudor de avançar nos ataques. Como a Revista Veja levou a campanha de Freixo a um novo nível de baixaria política com sua capa de ataque a Crivella por causa de um fichamento indevido em 1990, quando o candidato defendeu propriedade privada.

Se a campanha de Crivella não reagir a esse ataque com novos ataques assertivos ao oponente, pode se complicar.

Aqui estão, portanto, sete sugestão de mísseis políticos que devem ser lançados pela candidatura de Crivella para rebater à propaganda de ataque que a Veja fez em favor de Freixo.

(1) A incitação ao assassinato de conservadores, feita por Mauro Iasi, do partido PCB, de sua vice, Luciana Boiteux

Em um Congresso socialista, Iasi disse que enfretaria os conservadores “na bala”. A vídeo com a declaração de Iasi deve ser viralizado, mas sempre lembrando que Luciana Boiteux, sua vice, é do mesmo partido do sujeito.

Veja o vídeo:

(2) A declaração de Roberto Jefferson, dizendo que o PSOL piora os bandidos na prisão

Esta é excelente para a polarização, pois Jefferson lembra que a Igreja Universal fazia um trabalho positivo com os bandidos na prisão. Buscava o melhor lado deles. Já a banda podre da prisão optava pelo PSOL, que conseguia a proeza de piorar os bandidos.

(3) O antissemitismo de Babá, aliado de Freixo

A imagem é repugnante e não deve ser esquecida. Freixo é aliado de Babá, do PSOL, que aparece queimando a bandeira de Israel no vídeo abaixo:

(4) A morte do cinegrafista Santiago, morto por black blocs, grupo alinhadíssimo a Freixo

Esse é um momento revoltante que não pode deixar de ser esquecido. Vale lembrar quando Ratinho desmascarou Sininho (Elisa Quadros), líder dos black blocs:

(5) O ataque à propriedade privada 

Relembre a capa de baixo nível da Veja:

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Se Crivella foi fichado por defender a propriedade privada, então significa que a campanha de Freixo é contra a propriedade privada? Epa, epa…

Isso já pode ser esfregado na cara do candidato socialista.

(6) Cadê a maior parte do dinheiro da família do Amarildo, Freixo?

A maior parte da grana levantada para a família do Amarildo ficou nas mãos de uma ONG da qual o chefe é… o maior doador da campanha de Freixo.

Aliás, esta capa satírica para uma edição da Veja é sensacional:

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(7) O apoio do PSOL ao ditador psicopata Nicolas Maduro

Esse vídeo dá um belo apanhado da hipocrisia do partido de Luciana Genro.

Como se vê. Este armamento político é só o começo. A campanha de Crivella está moralmente autorizada a abrir fogo político depois da capa da Revista Veja.

Como fazer?

É simples. É questão de menos de um minuto de discurso, dizendo coisas como: “Eu não tenho vice do partido de Mauro Iasi, que pediu o assassinato de conservadores. Não sou do partido que dá apoio aos piores bandidos da prisão. Não sou do partido que tem um integrante que queima a bandeira de Israel. Não sou do partido conhecido por apoiar os black blocs, que assassinaram o jornalista Santiago. Não sou do partido que ataca o direito à propriedade privada. Não sou do partido cujo maior doador é da ONG que sumiu com a maior parte do dinheiro coletado para Amarildo. Não sou do partido cuja chefe maior apoia a ditadura sanguinária de Nicolas Maduro”.

Aproveitem.

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3 COMMENTS

  1. A primeira sugestão, com o vídeo do Mauro Iasi e associando a vice que também é do PCB está sendo veiculada aqui no Rio. Não sei se leram no seu blog mas foi uma ótima tática.

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