Ficar contra a PEC241 é como exigir cartão de crédito sem limite para gastar com prostituição e drogas

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Ricardo Santi deu um exemplo didático do que é a PEC 241. Como a explicação gerou algum butthurt – acusada injustamente de machista – fiz uma versão mais “inclusiva”:

Angela é uma executiva de sucesso, casada com Marcelo. Ele é um músico de garagem, que passa boa parte do tempo em casa. Ele é um “dono de casa”.

Angela tem um cartão de crédito sem limite. É Angela quem paga a fatura.

Angela deixa esse cartão com Marcelo, que vive uma vida fútil. O vagabundo adora gastar aos tubos, em tudo que é tipo de besteira. Também gasta muito com bebidas, festas e até para ficar chapado.

Marcelo é o governo.

Quando Angela olha a fatura, observa que, com o cartão, ele pagou o seu plano de saúde, a mensalidade da escola do seu filho, algumas outras coisas importantes e centenas de outras coisas caras e desnecessárias.

Quando Angela vai tirar satisfação, para cada item desnecessário, o vabagundo inventa uma justificativa para convencê-la de que aquela compra era indispensável. Angela aceita…

A cada mês, a fatura vem mais alta. Depois de alguns meses, a fatura ultrapassa a sua renda mensal.

Angela percebe que, se isso continuar assim, vai acabar ficando inadimplente.

Então, em um momento de lucidez, Angela liga para o banco e pede para colocar um limite compatível com a sua renda no cartão.

Os amigos de seu marido ficam revoltados. Dizem que, com esse limite, não vai dar mais para pagar a mensalidade da escola, nem o plano de saúde, como se não fosse houvesse mais nada para cortar. Esses amigos são os militantes do PT, PSOL e PCdoB.

Angela decide manter sua decisão, mesmo assim.

Quando Angela fez isso, estava adotando a sua PEC 241.

Fim.

O que podemos relembrar desta elaboração é o básico: é um cinismo monstruoso fingir querer proteger gastos essenciais quando na verdade o objetivo é defender os gastos desnecessários e indecentes.

Ora, se o sujeito gasta dinheiro com drogas (e prejudicar os gastos com as crianças), que faça um rehab, oras. E por que ele não deixa de gastar com prostituição? E o dinheiro da amante? A esposa está certa em colocar um limite na farra.

Em resumo, é podre demais usar os “gastos essenciais” como fachada para continuar gastando prioritariamente com drogas, prostituição e a amante.

Quando o socialista estrebucha contra a PEC 241 não é que ele está preocupado com “o dinheiro da saúde e da educação”. Nada disso: o que importa é o dinheiro para a corrupção, para a compra de repórteres, para o aparelhamento de artistas, para forrar o bucho dos sindicatos e, enfim, comprar aliados de todos os tipos. Para torrar nisso ilimitadamente serve a ausência de um teto de gastos.

Agora, pergunte-se: que tipo de moral tem alguém cujo maior objetivo é fingir interesses pelos “gastos da educação”, mas, no fundo, apenas derramar lágrimas de crocodilo para defender unicamente os gastos mais imorais de que se tem notícia? Evidentemente, falamos de indivíduos cuja moral é pior que a de uma cascavel.

A crítica da extrema-esquerda à PEC 241 é puro jogo de cena. Eles não estão “enganados” quanto à medida. Sabem que isso poderá acabar com a farra de gente que acha que o dinheiro estatal serve unicamente para bancar a farra da companheirada e sustentar projetos totalitários de poder que destroem intencionalmente o país.

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2 COMMENTS

  1. Correto… na verdade, essa lei foi aprovada na tao amada Suecia, que os esquerdistas adoram citar…. estranho nao imitarem suas medidas, nao?

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