A dupla derrota dos invasores de escolas para o MBL e o povo

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A derrota devastadora no primeiro turno – e ampliada no segundo – mostrou uma extrema-esquerda um tanto mais desesperada que o habitual. Claramente, estão em situação de contenção de danos, ao menos temporariamente.

Uma estratégia adotada por partidos extremistas como PT, PCdoB e PSOL foi tentar se encastelar nos sindicatos e no movimento estudantil com mais intensidade do que o habitual. Como pautas iniciais, decidiram atacar a PEC 241 (que estipula o teto de gastos) e a MP 746 (que define a reforma do ensino médio).

Ambas as medidas são essenciais para o povo. A primeira protege os empregos, pois define um teto de gastos, garante a estabilidade das contas públicas e atrai investidores. A segunda permite que os alunos possam selecionar as matérias essenciais, priorizar o ensino profissionalizante e aumentar sua empregabilidade.

Ao ficar contra as duas medidas, a extrema-esquerda disse a que veio: o ataque à PEC 241 representava o objetivo de que algum partido de extrema-esquerda no futuro adquirisse a possibilidade de saquear o estado impunemente e voltar a pedalar à vontade (dado não existir um teto de gastos), enquanto a reforma do ensino médio faz com que alunos possam escolher não assistir “aulas de humanas”, que tem sido utilizadas unicamente para doutrinação marxista, isto é, campanha eleitoral em sala de aula bancada com dinheiro público.

Como o posicionamento da extrema-esquerda era claramente de ataque ao direito do povo, só foi possível convencer crianças e adolescentes mais facilmente influenciáveis a ficar do lado deles. Quer dizer: abusaram das vítimas de doutrinação.

Visto que a atitude dos extremista tinha por fim lançar o inferno para cima do povo, o MBL tomou a dianteira ao representar a sociedade difusa. Em suma, o MBL ficou do lado do povo no exato momento em que percebeu que a extrema-esquerda havia decidido destruir intencionalmente a vida do cidadão sofrido.

A sociedade difusa normalmente ficaria calada, uma vez que não possui poder de organização. Mas o MBL conseguiu representar a voz de tantos pais e alunos que estavam sendo levados ao sofrimento pela ação de milicianos desumanos. O MBL representou pessoas humildes que lutaram por seu direito constitucional de receber ensino.

Repare que esta sociedade difusa normalmente não se envolve com questões políticas. Nem mesmo conhecem as pautas principais. Mas essas pessoas sentiram que um direito estava sendo retirado delas por milicianos depravados. A extrema-esquerda decididamente deixou claro que estava contra os direitos constitucionais mais urgentes da população.

Como a população humilde estava sendo violentada em seus direitos pelas milícias, o MBL inverteu o jogo. A extrema-esquerda foi obrigada a ficar na defensiva, chegando a deixar suas pautas um pouco de lado. Em vários casos, não emitiram com tanta intensidade suas narrativas (falsas) para ficar contra a PEC 241 e a MP 746. Preferiram ficar atacando o MBL.

O detalhe é que ao atacarem o MBL, que decidiu representar a sociedade civil – quer dizer: a maior parte do povo -, acabaram atacando a população que apenas exigia seus direitos.

Foi aí que a extrema-esquerda teve uma dupla derrota. Primeiro, por terem perdido sua pauta, sendo obrigados a sair das escolas invadidas, sem nada conseguir. Segundo, por ter sido percebida como inimiga do povo, ao atacar o movimento democrático que se posicionou do lado daqueles que apenas exigiam seus direitos.

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2 COMMENTS

  1. imigrantes islâmicos atacam caminhões nas autoestradas na França

    Polícia francesa totalmente impotente

    Imigrantes fecham ruas e tacam pedras e paus nos caminhões para forçá-los a parar, para pegar carona nos caminhos e se espalhar pelos outros locais da Europa;

    Praticamente não existe mulheres entre os imigrantes

    Enquanto isso, políticos de esquerda continuam com protestos de manifestantes pagos, pedindo fronteiras abertas e “Bem vindo refugiados”

    No início do ano, com o objetivo de serem realocados para “casa com aluguel pago pelo governo” os imigrantes atearam fogo em seu próprio acampamento, mas sem sucesso.

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