Atacar a PEC 241 é um ato típico de Mussolini. Ou: a era do extremo-fascismo petista.

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Nada como um dia após o outro, não é mesmo? A extrema-esquerda brasileira se acostumou tanto a gritar “fascismo, fascismo” para atacar seus discordantes que talvez tenha se esquecido de como é fácil demonstrar que não há como ser mais fascista do que eles.

Uma prova disso é o ódio que estão manifestando contra a PEC 241 – ou PEC antipedalada -, que busca estabelecer um teto para os gastos e finalmente deixar de brincar com as contas públicas, passando a respeitar os pagadores de impostos.

O lema maior do fascismo dizia: “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”.

Ora, rejeitar um teto de gastos é pedir a escravização absoluta dos pagadores de impostos diante do Estado. É querer dar um cartão de crédito sem limites para aqueles que criaram déficits monstruosos. É optar por destruir a vida do povo sofrido, enquanto os líderes no poder morrem de rir ao gastarem as verbas públicas sem qualquer responsabilidade .

Fazer essa escolha cruel que a extrema-esquerda oficialmente tem feito há meses é pedir total submissão a um Estado totalitário. Nada representa tão bem a expressão “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”. Ou seja, dane-se o povo. O que importa são os mamadores de tetas estatais.

Não há mais como negar: a extrema-esquerda é fascista até a medula.

Isso aqui já não é nem mais o fascismo tradicional. É o extremo-fascismo.

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