Extrema-esquerda comete o crime de denunciação caluniosa ao utilizar a narrativa da "privação do sono"

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Já se sabe que o juiz Alex Costa de Oliveira, da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal determinou acertadamente – no último domingo, 30 -, que a polícia militar promova a desintrusão do Centro de Ensino Asa Branca de Taguatinga. Ele autorizou a suspensão do fornecimento de água, energia e gás, do acesso de terceiros (incluindo parentes) ao local, o acesso de alimentos e o uso de instrumentos sonoros voltados aos estudantes.

Não demorou para que a extrema-esquerda surgisse com mais uma narrativa desonesta: afirmar que isso significa “privação do sono”. Segundo eles, isso constituiria técnica de “tortura”. Mentira deslavada, já que ninguém ali está sendo “privado” de qualquer coisa. Os invasores estão nas escolas porque escolheram estar lá. Podem sair quando quiserem.

A extrema-esquerda está irritada pois a decisão do juiz permite a desintrusão sem uso de qualquer violência, o que poderia dar pretexto ao teatro vitimista. Mas ao cortar água, energia e gás e utilizar instrumentos sonoros, a polícia não precisa confrontar os milicianos. Assim, a desintrusão pode ocorrer de modo completamente pacífico. Aliás, se as milícias estiverem obrigando alunos a ficarem dentro da escola, aí sim é que existe um caso de tortura, mas praticado pelas milícias pró-PT. Em resumo: a extrema-esquerda está revoltada porque a forma escolhida pelo juiz é a mais pacífica do mundo para tratar invasores criminosos.

Todavia, há um crime grave cometido pela extrema-esquerda. A tortura é proibida por lei. Assim, acusar alguém de tortura por “privação de sono” é a prática do crime de denunciação caluniosa. Todos os acusadores podem ser instados na Justiça a comprovar que realmente existiu qualquer “privação de sono”. Na verdade, para existir “privação de sono” é preciso acorrentar pessoas e/ou trancafiá-las. Já ligar o som alto do lado de fora de uma escola invadida não priva alguém de coisíssima alguma.

Tortura é crime. Colocar alguém sob “privação de sono” também. Mas acusar alguém de “privação de sono” sem que tenha ocorrido qualquer ato nesse sentido é também um crime de denunciação caluniosa. Se as pessoas acusadas pela extrema-esquerda decidirem, pode rolar aí uma chuvinha de processos para cima daqueles que optaram pela mentira como projeto político.

“Privação do sono” é meuzovo!

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2 COMMENTS

  1. Na verdade, acusar de ter cometido um crime é calúnia, pois se está imputando falsamente a prática de crime a alguém. Denunciação caluniosa ocorre quando há a instauração de processo criminal ou administrativo, inquérito policial ou civil por conduta sabidamente não criminosa.

    • Juca,

      Existe a iniciativa de ação por “privação de sono” e já foi protocolada. Não vai dar em nada, mas já se classifica como denunciação caluniosa. Mas aí concordo que a mídia, ao lançar a rotulagem, apenas cometeu calúnia.

      Abs,

      LH

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