Vampiros e zumbis: duas metáforas do horror na análise dos invasores de escolas

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Na mitologia, o vampiro é o mais cruel dos seres. Após sugar o sangue de suas vítimas, as torna dependentes e submissas de sua crueldade e sadismo. Esqueça os vampiros “teens” de séries recentes como Crepúsculo. Na literatura clássica, o vampiro é o que há de mais perverso. Quando o livro “Dracula”, de Bram Stoker, foi escrito o vampiro era tratado simplesmente como o demônio.

Já os zumbis, principalmente depois do advento dos filmes de George A. Romero, são basicamente perigosos. Não podemos defini-los como crueis. Nem sequer conseguem mais falar. Mas podem devorar os cérebros das pessoas, transformando-as também em zumbis.

Vampiros e zumbis servem perfeitamente para definir os dois tipos de perfis nas invasões.

Pense nos organizadores, como Matheus Santos e Ana Júlia, bem como nos líderes de milícias, comandantes black blocs, jornalistas aparelhados e políticos de extrema-esquerda. São como os vampiros. Motivados unicamente pela crueldade que lhes é inerente, querem atacar duas propostas.

Ao atacarem a PEC 241, querem que o Brasil seja facilmente levado ao colapso pelo saqueamento. Essa é a única razão para não quererem um teto de gastos. Foi assim que Dilma conseguiu, com sadismo implacável, pedalar e destruir de propósito tantos empregos. Gente assim dá risada enquanto vê o aumento do desemprego, desde que líderes depravados como Cristina Kirchner, Dilma Rousseff e Nicolas Maduro tenham poder.

Ao se posicionarem contra a reforma do ensino médio, esses mesmos monstros não querem que os alunos consigam acesso às poucas vagas restantes no mercado de trabalho. Se os alunos pudessem escolher, focariam em matérias essenciais, como português e matemática. Mas ao forçarem os alunos a assistir filosofia, sociologia e artes – nas quais é mais fácil inserir doutrinação e há um trabalho gramsciano nesse sentido -, optam por seu projeto de poder, mesmo que isso destrua a capacitação tão necessária para os alunos.

Como se vê, aqueles que estão organizando as invasões se comparariam aos vampiros. Eles vivem do sofrimento humano.

Mas não podemos dizer o mesmo daqueles alunos que servem como massa de manobra, até porque a ciência é clara ao nos mostrar que apenas 2% da população é composta de psicopatas. Não podemos dizer que todos os alunos invadindo as escolas são crueis como os organizadores do movimento.

É aí que podemos classificar esses alunos que servem como massa de manobra mais próximos dos zumbis. Podem ficar agressivos quando são questionados. Muitos estão motivados por comandos inseridos em suas mentes por organizadores. Mas sempre que alguém chega perto de um deles para questionar as razões para ficarem contra a PEC 241 e a reforma do ensino médio, o resultado não é melhor do que isso:

Assim, é preciso ter cautela.

Precisamos estar prontos para as tramoias mais sórdidas que os profundos abismos da depravação humana podem prover ao lidarmos com os organizadores das invasões e os políticos e formadores de opinião que as apoiam. Por serem movidos por crueldade psicopática e terem as intenções mais degeneradas possíveis, serão ardilosos em suas armadilhas.

Mas precisamos de mais paciência (com um tanto de precaução) diante dos zumbis coordenados por esses vampiros. Alguns deles podem ter tido o cérebro destruído para a sempre, sem a menor esperança de recuperação. Mas, ao contrário do que acontece no cinema, pode haver uma chance de recuperação em alguns casos, principalmente aqueles nos quais eles descobrirão – talvez com ajuda externa, baseada em argumentações e questionamentos – que foram enganados por gente que os odeia e quer se aproveitar deles.

Os questionamentos feitos por Arthur, do canal “Mamãe, Falei”, por exemplo, são ótimos para pegar os zumbis de calça curta. Como não sabem responder as questões, travam diante das câmeras. Mas é preciso de muito cuidado – e bota “muito cuidado” nisso – ao lidarmos com os organizadores.

Aos zumbis, devemos ofertar questionamentos e argumentações. Aos vampiros, o desmascaramento mais implacável possível.

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4 COMMENTS

  1. Pode-se usar aquele livro do Andrew M. Lobaczewsk, ‘Ponerologia’ para separar os que são os crueis vampiros como os psicopatas, e os zumbis como os histéricos, fica bem semelhante a definição…

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