Black blocs marcam começo do fim do surto de invasões nas escolas

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Em 2013, quando houve o surto de protestos que tomou as ruas do país inteiro, ninguém sabia muito bem o que estava acontecendo no começo. Muita gente foi para as ruas para protestar por razões diversas, alguns até por motivações completamente pessoais, e outros tantos pelo simples desejo de fazer parte da massa.

Tudo se tornou grande quando, logo nos primeiros dias, relatos trouxeram a versão de que a polícia havia reprimido violentamente algumas manifestações, chegando a ferir gravemente jornalistas e até pessoas comuns, transeuntes que passavam pelo local e não tinham nenhuma relação com a coisa toda. Isso revoltou muita gente, e somando a revolta do momento com o acúmulo de insatisfações com a política, um monte de gente resolveu aderir ao movimento que havia começado por causa do MPL, mas sem ao menos saber direito o que era o MPL.

Quando a extrema-esquerda perdeu totalmente o controle da situação, chegando até mesmo a ser expulsa das manifestações por levarem suas bandeiras partidárias, ela passou a usar a tática black bloc, gerando caos e violência sem fim que durou por meses ininterruptos.

Tudo isso é muito parecido com o que acontece agora, no caso das invasões nas escolas. No começo, o movimento surgiu diretamente da extrema-esquerda. Por puro desconhecimento, muitos acabaram aderindo a ideia acreditando que eles estavam mesmo “lutando por educação”. Aí o tempo passou e, como de praxe, perceberam que a luta era ilegítima, e que tudo não passava de engodo partidário. Quando começou um movimento contrário, para a desocupação dos locais invadidos pela extrema-esquerda, os black blocs começaram a surgir, e junto veio a violência organizada.

No atual momento, a moral desse movimento de invasões já está completamente deteriorada. Os black blocs apareceram para fazer o que fizeram em 2013; deslegitimar ainda mais o que já era ilegítimo. Além disso, agora existem razões suficientes para a polícia agir de maneira enérgica. O jogo acabou para eles, só é preciso dar os golpes finais.

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2 COMMENTS

  1. Office boys da extrema esquerda, é isso que são esses black blocks que o petista Sérgio Mamberti adora. A única pena é dos pais de alunos que certamente serão feridos nessa “brincadeira” – tirando os pais petistas, tipo o da Ana Júlia, a mais recente mascote do esquerdismo. Se o esquerdismo fosse personificado no Doutor Pet, ela é a Estopinha.

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