Não há equivalência moral entre o socialista que jogou tinta no outro e o jovem que o socou

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Recentemente, um evento na UFRJ testemunhou mais um ato de selvageria vindo dos bolivarianos: um apoiador do PT atacou um jovem que discursava civilizadamente contra as invasões de escolas. O socialista jogou tinta no rosto do jovem.

Isso gerou a reação de uma pessoa da plateia – talvez um colega -, que deu um soco no socialista.

Veja a cena, num vídeo do UFRJ Livre:

Algumas pessoas comentaram que “os dois estavam errados”, tanto o socialista que agrediu o jovem como o rapaz que o socou. Nada disso. Pensar assim é adotar a equivalência moral.

O sujeito que defendeu o jovem agiu em favor de uma pessoa vitimada por uma agressão covarde e criminosa. Lembre-se que o socialista estava jogando tinta no rosto do jovem, o que poderia até causar cegueira. Era um claro ato de extrema agressão. A partir do  momento dessa agressão, era óbvio pensar que o socialista poderia fazer agressões ainda piores contra o garoto.

Neste caso, o soco pode ter sido apenas o ato de defesa de uma vida. Claramente o jovem que recebeu a tinta no rosto estava com sua vida em risco. Este jovem não havia iniciado nenhum tipo de agressão.

Imagine a situação em que um bandido pretende estuprar uma mulher, coagindo-a violentamente. Realize agora um momento no qual um cidadão bate com uma pá na cabeça do estuprador, que cai desacordado, permitindo que a mulher fuja e consiga sair ilesa da tentativa de estupro.

Seria minimamente moral dizer que “tanto o estuprador como o sujeito que deu uma pazada no bandido” estão igualmente errados? De jeito algum. Quem quer que diga isso está cometendo uma monstruosidade moral, dado que a equivalência moral é sempre uma falha de julgamento.

Na barbárie praticada na UFRJ só existe um culpado: o socialista que jogou a tinta no rosto de um jovem que discursava civilizadamente. Tanto o jovem agredido como o colega que o defendeu são inocentes.

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7 COMMENTS

  1. Ação de legítima defesa. Além de ter tido o rosto sujo de tinta (que poderia ter cegado ele como foi apontado); o esquerdopata estava coagindo o outro garoto de forma agressiva caracterizando todo contexto de animosidade. Ou botava esse esquerdopata para cair fora ou poderia dar merda maior. Aprovado.

  2. Percebem, que todos eles, ao serem contrariados, se tornam extremamente violentos?É o voluntarismo petista, estavam acostumados a fazer e a falar tudo o que queriam e entendiam, e nós aceitávamos passivamente.Assisto tv camara e tv senado, e não é diferente. às vezes penso, que por pouco eles não avançam no outro. Alguns parlamentares petistas são voluntariosos e quando outro parlamentar, de outro partido passa a fazer um contraponto, são tratados de forma agressiva e eu percebo uma tática que os petistas estão sempre em grupo e invertem a situação toda. Ficamos 13 anos calados, pois não tinhamos voz e eles pensavam que estavam agradando. Mas não estavam agradando. Somos 200 milhões de brasileiros e eles não agradavam nem a 40%.

  3. Vocês são patéticos, identicos àquilo que criticam. É uma verdadeira lástima ver a juventude brasileira tão tosca, hipócrita, oportunista, autoritaria e violenta. Cada um com a pretensão comica e mediocre de que detém a verdade nas mãos. Seguindo a risca os exemplos daquilo que temos de pior ba politica. O contrario a mim nao presta, é inferior e deve ser esmagado. Pensamentozinho nazista, ao qual vocês querer atribuir um carater democtático que só os muito ingênuos, desavisados, acreditam! Geração perdida. O dó!

  4. É isso aí. Chega de covardia. Chega de ser acuado por essa minoria fascista.
    Parabéns ao rapaz que deu a porrada.
    Precisamos parar de aceitar passivamente esse tipo de comportamento de imbecis desse naipe.

  5. Até onde se pode ver a perícia do golpe da plateia é bastante reduzida e mal atingiu o militante esquerdista que agia com todas as intenções para provocar e desestabilizar o jovem que “ousava” falar algo fora do mundo politicamente correto e convenientemente favorável ao bem estar de tantos trogloditas como o militante esquerdista. Não há nada aí mais excepcional aí do que em qualquer rixa ginasiana, com exceção do exemplo de atitude politicamente orientada do valentão do olho roxo.

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