Conheça Oksana Fedorova, a Miss Universo que disse ter sido assediada pela mídia para atacar Trump

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Recebi hoje a informação de que Oksana Fedorova, vencedora do concurso Miss Universo em 2002, disse em entrevista a um jornal russo chamado RIA Novost que foi literalmente pressionada por diversos jornalistas americanos a fim de que detonasse Donald Trump.

Ela disse o seguinte:

“Ao longo da corrida presidencial fui muitas vezes incomodada por vários jornalistas ocidentais que estavam em busca de qualquer ambiguidade para comprometê-lo, mas, ao interagir e trabalhar com ele no passado, eu apenas tive uma impressão positiva e favorável. Trump se mostrou como uma pessoa digna e tolerante. Ele tem uma família maravilhosa, filhos.”

Depois, na mesma entrevista, acrescentou:

“É um pouco estranho ver Trump como presidente. “Gostaria de desejar-lhe sucesso. Quanto às previsões sobre o seu mandato — quem viver, verá. Espero que sua presidência traga mais benefícios a todos nós que a dos antecessores.”

Claro que isso não inocenta Trump de falar e fazer certas bobagens, muitas delas até comprovadas. Contudo, serve para provar cabalmente que a imprensa estava – e ainda está – a serviço de Hillary Clinton e seu partido. Serve para mostrar quão longe pode chegar um jornalista para conseguir arrancar informações de alguém.

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3 COMMENTS

  1. Nesse link http://www.mostdamagingwikileaks.com/media-collusion tem uma lista gigante de jornalistas (e as empresas de mídia que os empregam) envolvidos de alguma forma com a campanha democrata afim de detonar com a imagem de Trump, tudo apoiado com os emails vazados pelo Wikileaks. Aparentemente não foi cometido nenhum crime, mas o envolvimento desses jornalistas – muitos de renome – é no mínimo antiético e antiprofissional, e vai de revelar aos democratas as perguntas de debates futuros ao desenvolvimento de “narrativas” para destruir a reputação não só do candidato republicano, mas até mesmo do candidato democrata Bernie Sanders.

    Com essas informações em mãos, não fica muito difícil entender como que para o resto do mundo a Hillary virou “a mãe dos pobres mais ética do Universo” e Trump o “doidão comedor de criancinhas”.

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