Ficar a favor da PEC 241 é se preocupar com os brasileiros

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Um pai ou uma mãe luta para não comprometer as despesas de casa. Um pai ou uma mãe responsável gasta com o essencial, pois sabe que é irresponsável gastar sem limites, uma vez que no futuro é a família toda que paga. Se a pessoa for suicida, ela prejudicaria a própria vida se vivesse sem controle de gastos. E quando essa pessoa tem família?

Numa família, é preciso cuidar dos seus. O nosso país não é habitado só por petistas. Se fosse, eles poderiam viver sem teto de gastos e destruir de propósito o Brasil, assim como uma pessoa poderia gastar o dinheiro que não tem em prostituição, festas e com a amante. Mas e quando é preciso cuidar de outras pessoas?

Não podemos viver em um país destruído intencionalmente por que se gasta o que não tem. Ficar a favor da PEC 241 é se preocupar com os brasileiros. Ficar contra é se preocupar só com seus interesses mesquinhos e ignorar o sofrimento do povo. Já vimos o PT criar desemprego de propósito por ter gastado nosso dinheiro à vontade, sem teto.

Eles ainda querem mais? O que precisamos é ver nosso país como uma grande família.

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8 COMMENTS

  1. Prezado Luciano, o nome do seu blog? é ceticismopolítico, e nisso você é sem dúvida o melhor, quando você se aventura na economia passa a repetir o discurso dos economistas e para eles a única coisa que importa são os números, isso não significa que o ajuste não deva ser feito, apenas para que tenha sentido é preciso que eles demonstrem como isso vai funcionar. Ao mesmo tempo que propõe um ajuste para durar 20 anos, e sem que no projeto fique especificado, o presidente diz que pode ser modificado antes, o mesmo diz o economista maior especialista em contas pública do Brasil e trabalhando no governo, o Mansueto, que disse algo parecido, se funcionar em 5 anos a gente modifica. Outro absurdo para não dizer mais nada, a população brasileira projetada em estudo do IBGE, http://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/ , seria de 206.081.432 e como a projeção vai apenas até 2030, lá seria, apenas 14 anos depois, de 223.126.917 ou seja 8,27% a pais, e como não está previsto a aumento da população na correção das despesas significa e o investimento per capta cairá ~7,64% se não me enganei, essa redução já começará ser feita no próximo ano ao não prever o crescimento projetado da população nesse ano para 207.660.929 ou seja mais de 1579497 pessoas deverão ser atendidas com o mesmo dinheiro, é bonito isso? Antes de ficar adotando o discurso dos economistas interessados em criar um ambiente favoravelmente aos investidores e aos membros desse governo, cuja permanência vai ser curta caso o TSE cumpra o seu dever e casse o atual presidente, para que realizem seus lucros principalmente com seus investimentos em bolsa, você deveria se dar ao trabalho de analisar, como fiz agora durante esse meu comentário, antes de dizer amém a essa turma do atual governo, cúmplice dessa nossa situação, e que vem mamando desde o fim do regime militar, e mesmo antes como o caso dos maiores cânceres do país, o Sarney, Paulo Maluf e Delfim Neto. Para mais comentários feitos aqui, por mim, http://www.ceticismopolitico.com/destruindo-o-mimimi-em-dobro-com-explicacao-didatica-revisada-sobre-a-pec-241/

    • Roberto,

      Você diz que “é preciso que eles demonstrem como isso vai funcionar”.

      O problema é que SEM TETO não é preciso que nada funcione. Basta gastar à vontade. Esse é o detalhe. O teto de gastos é que deve forçar os políticos a gastarem só o que temos.

      Agora, se há um argumento para gastar O QUE NÃO TEMOS, é preciso apresentá-lo.

      Ou seja, independentemente de “como será feito”, a regra deve ser NÃO GASTAR O QUE NÃO TEMOS.

      Abs,

      LH

      • Luciano, não perca seu tempo respondendo a idiotas. Quem não entendeu a necessidade da Pec até agora, ou ė burro, o que não ė o caso ou sofre de uma síndrome incurável de desvio de conduta mesmo. Vai se lascar, como diria meu avô.

      • Burro é gente que que engole tudo com nome de coisa séria, se não for, deve ser instrumento do mercado. Tente usar sua cabeça para analisar e se conseguir, tire suas próprias conclusões, não dê uma de Luciano que se leu não entendeu, meus comentários foram feitos para gente que raciocina.

  2. Caramba, como sempre esses amebas midiáticos vem argumentar usando a velha cartilha. E o pior que eles tem dados econômicos para comparar a evolução nos governos desde a queda da ditadura, todavia insistem em esconder a verdade para o povo, sem duvidas são verdadeiros acéfalos ou então estão sendo financiados pelas oligarquias para divulgarem e aprovarem uma proposta desta.

  3. Até acho interessante que discuta os limites de gastos, mas de forma ampla. Nao da para aceitar um deputado brasileiro custar mais caro que um americano. Sou a favor de um novo desenho da matriz dos gastos publicos no ambito das remuneraçoes da maquina. Estou cançado de ralar para dar boa vida para aqueles que administram o meu dinheiro.

    • Dacio, se você realmente se preocupa com os custos de parlamentares, é mais fácil controlar esses gastos se tiver um teto. Mas se não tiver um teto, PARA QUE se preocupar com gastos?

  4. Prezado Luciano, desculpe pela demora em replicar, às vezes ou sempre acho que estou dando murro em ponta de faca. Onde em meus comentários, esse e o citado nele, dei margem para o tipo de replica feita por você, isso não importa, o que importa é que você não falou nada sobre a exclusão, só para o próximo ano, de 1579497 pessoas, devido ao aumento da população (nascimento – mortes) que deverão ser atendidas com o mesmo dinheiro, e condenadas ao desemprego pois não haverá investimento acima do índice da inflação e em apenas 14 anos dos 20 congelados, mais de 17 milhões. Me limito a apenas isso pois se nem isso chamou a sua atenção, não tem sentido calejar meus dedos nesse teclado. Se isso já não é suficiente para demonstrar que essa PEC está sendo feita nas coxas, não sei o que seria preciso para demonstrar, além de não separar as despesas fins das de custo, o que ao longo do tempo poderia reduzir ainda mais as despesas fins. A pergunta que fica è, a quem interessa esse absurdo? Vou dar uma dica, $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

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