Atacar mulheres por que Hillary não foi eleita é mais um ato de machismo da esquerda

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A esquerda tem se mostrada incomodada com um fato “curioso” a respeito das eleições nos EUA. O fato é que mesmo com eleitorado majoritariamente feminino, Hillary perdeu pela segunda vez. A primeira derrota de Hillary foi em 2008, nas prévias, contra Barack Obama, que acabou sendo o candidato do partido e veio a se tornar presidente.

As feministas culpam, por isso, a “ignorância das donas de casa”, que são, segundo elas, pessoas alienadas e vítimas do patriarcado. Elas encaram o casamento não como uma escolha, mas como uma obrigação da mulher. Obviamente, há um ponto muito importante que não foi considerado por elas, e de propósito: Hillary não perdeu por ser mulher, ela perdeu por ser inescrupulosa, por ter uma vida suja e ser representante de uma plutocracia que domina o país há anos.

As mulheres não possuem nenhuma obrigação com Hillary, mesmo porque não existe a “classe das mulheres”. Quando se fala em mulheres estamos falando de algo que é heterogêneo, plural. Cada mulher é, antes de qualquer coisa, um indivíduo. Ignorar isso e tratá-las todas como massa de manobra, como se fossem obrigadas a atender aos desejos das feministas, é uma forma escancarada de machismo. Achar que é dever de qualquer mulher apoiar outra mulher, mesmo que não seja uma pessoa digna ou correta, é uma maneira de dizer que às mulheres não cabe o direito de escolher.

A verdade é que as mulheres podem votar em quem elas bem quiserem. Tirar isso delas é que é o verdadeiro machismo!

 

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