Professora esquerdista tenta expulsar aluno de sala por defender a polícia. Ele resiste bravamente

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No vídeo abaixo é possível ver uma professora tentando constranger um aluno que “ousou” defender a polícia em sala de aula. Logo no começo do vídeo o jovem se refere a bandidos como “vagabundos”, ao que a professora interrompe histérica, aos berros, impedindo até mesmo que ele conclua o assunto. A discussão se prolonga por algum tempo, até que ela diz para o estudante simplesmente sair da sala de aula, como se a sala fosse propriedade dela. O aluno se recusa, se mantem firme e nem mesmo altera a voz. No final, a professora sai da sala e ainda chantageia os demais alunos que querem continuar a ter aula.

O que aconteceu depois disso não dá para saber, mas é bem possível que na outra sala a professora tenha falado mal do aluno que discordou dela e tenha jogado todos os demais estudantes contra ele. Ainda assim, esse vídeo nos dá uma importante lição: a doutrinação escolar tem se tornado mais intensa depois das sucessivas derrotas da esquerda no país.

A professora se mostrou evidentemente desequilibrada ao ser confrontada, ainda que o aluno tenha feito tudo na maior tranquilidade e de forma respeitosa. Isso mostra que eles estão perdendo a estribeira com muita facilidade, mostra fraqueza. Já por parte do aluno, ele mostrou coragem e firmeza, o que é um ponto bem positivo. Nós, que estamos nessa de atuação política há mais tempo, devemos dar nosso apoio a esse tipo de atitude. O jovem teve mais coragem do que muitos adultos, pois não enfrentou apenas uma professora mau caráter, enfrentou também a rejeição social dos demais alunos influenciados por ela.

Parabéns!

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23 COMMENTS

  1. Aí eu apoio, sendo educado, sem exageros e de forma tranquila. É assim que se ganha dessa doutrinação de esquerda

    Será que depois do vídeo a professora chamou a polícia para retirar o aluno? rss

  2. É muito curioso que uma pessoa como esta professora tenha a audácia de mandar o aluno sair da sala por estar (pasmem) sendo autoritário (?)
    Mas não é a própria que está se utilizando de uma pseudo-autoridade pra cercear o direito ao livre pensamento do rapaz?

  3. Trump faz seu primeiro pronunciamento, reafirmando todas as promessas de campanha

    Deixando a Grande Mídia novamente desesperada;

    Desde o momento que Trump ganhou até agora, a Grande Mídia tem dito que Trump teria desistido de diversas questões, com coberturas intensas a protestos fajutos e supostas gafes da equipe de transição e etc.

    A Grande Mídia tentou “pautar ideologicamente” a equipe de transição de Trump, e perdeu novamente.

  4. bandido não é vagabundo, não , é cidadão de primeira, como esta professora, rsrsrsrsrs. Parabéns ao aluno que defendeu o certo e não arredou pé.

  5. Então é assim? Se você discorda – educadamente, por sinal -você é expulso de sala? A senhora não tem a menor estrutura emocional para ser professora. Um professor colocaria os seus argumentos e tentaria convencer racionalmente o aluno sobre o seu ponto de vista. Isto é ser professor.

  6. A lavagem cerebral continua. Como disse o Lobão: Discutir com Petista é como jogar xadrez com Pombo, ele derruba as pecas, caga no tabuleiro e sai de peito estufado arrotando vitória.

  7. Vagabundo é esse aluno que não conhece a repressão policial. Faça um levantamento da corrupção na polícia e nos casos de abuso e tortura. Idiota olavético!!

  8. Um processo judicial por discriminação e perseguição política, solicitação de indenização por danos morais, são o mínimo que caberia nesse caso, e processar quer for cúmplice da professora, seja a escola, seja os outros alunos!

  9. Primeiro ponto. Qual a matéria que ela está lecionando? Se não me engano é história. Pelo pouco que sei quem ensina história nos mostra o que ocorreu no passado perante um ponto de vista “correto”, e com fatos ocorridos. Se o assunto tomou um rumo de questões atuais, ela como PROFESSORA, deveria apresentar fatos e argumentos sobre o assunto e não dar a sua opinião. Até porque o trabalho dela é ensinar e não opinar.

  10. Infelizmente, cada vez mais o local de ensino tem servido para coisas antiéticas. A EBM Vitor Meireles com a “diretora” Juliana Oliveira acoberta e promove perseguição pessoal e politica para elementos não condizente como atos racistas e insultos.

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