Após denunciar estupro, uma mulher britânica pode ser presa por "sexo fora do casamento"

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Primeiramente, a notícia que foi divulgada no HuffPost (portal de extrema-esquerda), depois o comentário:

“Uma britânica que denunciou, junto à polícia de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ter sido estuprada por dois homens pode ir para a cadeia por ter feito sexo fora do casamento. De acordo com o Guardian, a turista de 25 anos denunciou o crime, que ocorreu enquanto ela passava férias no país, e então foi acusada de ter relações sexuais fora do casamento. Segundo a ONG Detained in Dubai, a britânica pode ficar até seis meses detida em Dubai, mesmo que depois seja considerada inocente. “Se ela ganhar em primeira instância, a promotoria pode apelar, e eles normalmente fazem isso… Então, até o momento em que ela seja declarada inocente e tenha seu passaporte de volta, podem se passar até seis meses“, explica Radha Stirling, fundadora e diretora da ONG. Nesta segunda-feira (21), o pai da mulher – que não teve seu nome divulgado – conseguiu encontrá-la no aeroporto de Dubai, após uma campanha de financiamento coletivo ter arrecadado mais de 30 mil libras (R$ 125,5 mil) para arcar com as despesas ligadas ao caso. Informações do Huffington Post UK dão conta de que a denúncia foi feita no mês passado, enquanto a jovem passava cinco dias em Dubai. Ela contou que os dois invadiram seu quarto, a violentaram e filmaram o ataque com seus telefones. Eles foram capturados mas negaram as acusações. Segundo informações do Guardian, eles foram presos no aeroporto de Dubai, e identificados como David Butlin, de 22 anos, e Louis Harris, de 24. Os dois, que também vivem na Inglaterra, também estão proibidos de deixar o país. De acordo com a família da jovem, ela teve o passaporte confiscado e, por isso, não pode deixar o país até ser julgada. O departamento de Relações Exteriores do Reino Unido disse estar ciente do caso e em contato com a família da vítima e dos supostos agressores. Como o sistema penal dos Emirados Árabes Unidos não trabalha com precedentes, é difícil estimar qual pode ser a pena da britânica. De acordo com Faisal Alzarooni, advogado que trabalha com casos similares, a detenção pode variar entre um mês até três anos. No entanto, a pressão internacional pode fazer com que a jovem seja mandada de volta pra o Reino Unido. Em 2008, uma australiana foi presa por oito meses em um incidente similar e em 2013 uma norueguesa foi condenada a 16 meses de prisão depois de denunciar um estupro. Posteriormente, ela foi perdoada.”

Percebam que a matéria não menciona em momento algum o fato mais importante de todos: Os Emirados Árabes Unidos são uma nação muçulmana, e esse tipo de lei só existe por conta da cultura islâmica. O islamismo, aliás, é a religião oficial do Estado, cujo lema é “Alá, a Nação, o Presidente”. Por que o HuffPost e outros sites que divulgaram esta informação não detalharam o caso? Por que eles não disseram este fato importante para entender o que aconteceu?

A resposta é óbvia: Eles apoiam o islã, mas têm vergonha de admitir. O desejo da extrema-esquerda em detonar a cultura judaico-cristã ocidental é tão grande que para eles vale tudo, até mesmo apoiar – tácita e explicitamente – uma religião nefasta e perigosa como o islamismo. Só mesmo muçulmanos para considerar estupro como adultério.

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