Fidel foi um visionário perverso e lutou por um grande curral de gente

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Detentora de uma monstruosidade apavorante, a ex-presidente cassada Dilma Rousseff não poderia perder a oportunidade de elogiar o psicopata Fidel Castro.

Para Dilma, a morte de Fidel é motivo de “luto e dor”.

Observe a palavras da ex-presidente: “Fidel foi um dos mais importantes políticos contemporâneos e um visionário que acreditou na construção de uma sociedade fraterna e justa, sem fome nem exploração, numa América Latina unida e forte […] Um homem que soube unir ação e pensamento, mobilizando forças populares contra a exploração de seu povo. Foi também um ícone para milhões de jovens em todo o mundo”.

É bom ver como a extrema-esquerda se entrega em seus discursos. Segundo Dilma, Fidel soube unir “ação e pensamento”. Logo, ela não pode mais chamá-lo de “coitadinho enganado” (como até alguns liberais incorrem no erro ao rotulá-lo). Se ela disse que Fidel soube unir “ação e pensamento”, então significa que o horror levado aos cubanos foi puramente intencional.

Sim, Fidel foi um visionário. Ele vislumbrou uma sociedade onde podia assassinar, torturar e estuprar à vontade. Criou um grande curral de gente, um grande berço de sadismo e terror.

Com certeza Dilma partilha da “visão” concretizada de Fidel Castro: criar um inferno na terra.

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