Não caiam nos truques psicológicos de socialistas que tentarem te constranger por comemorar a morte de Fidel

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Como não poderia deixar de ser, já vi por aí socialistas dizendo que “é um absurdo que alguns comemorem a morte de Fidel Castro”. E, como previsto, já tem gente caindo no truque. É o de sempre: quando um socialista lança seus truques, sempre tem gente que cai feito patinho.

Pois lembremos desta notícia de 2013 do G1, lembrando que socialistas britânicos comemoraram a morte de Margaret Thatcher, em 4 de abril de 2013:

Grupos de pessoas se reuniram em Londres e em Glasgow, na Escócia, entre outros lugares, para celebrar nas ruas, abertamente, a morte da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, ocorrida nesta segunda (8). As comemorações mostram como a ex-premiê, importante figura política que mudou o Reino Unido, diminuindo drasticamente o papel do Estado, é polêmica ainda hoje. Uma celebração improvisada acontecia em Brixton, na zona sul de Londres, cenário de intensos distúrbios sociais na década de 1980.

“Thatcher em si representa muito do que o povo odeia que aconteceu na Grã-Bretanha nos últimos 20, 30 anos”, disse o designer gráfico Ben Windsor, de 40 anos, ao lado de um homem que segurava um cartaz com uma caricatura grosseira da baronesa e as palavras “júbilo, júbilo”. Sob o olhar de policiais, outros manifestantes chegaram com latas de cerveja e garrafas de vinho, gritando “ela está morta!”.

No começo da noite, 199 mil pessoas já haviam “curtido” o site isthatcherdeadyet.co.uk (“Thatcher já morreu?”). O site havia recebido uma atualização em grandes letras maiúsculas: “SIM”. A página incentivava os visitantes a festejarem a morte de Thatcher, e oferecia a trilha sonora.

“Margaret Thatcher morreu. A senhora não vai voltar”, dizia o site. A frase fazia um trocadilho com um famoso discurso em que ela, reagindo a pedidos de moderação do seu Partido Conservador, disse que “a senhora não é de recuar”.

Thatcher, que foi primeira-ministra entre 1979 e 1990, adotou radicais políticas direitistas que, embora vistas como modernizadoras por muitos, alienaram outros tantos, que a viam como uma destruidora de empregos e de setores econômicos tradicionais.

As palavras de ódio dedicadas a ela, 23 anos após o fim do seu governo, mostram que muitos não a esqueceram nem perdoaram. “A melhor notícia que eu recebi no ano todo”, disse uma pessoa no Facebook, dizendo-se ex-mineiro.

No bairro de Belgravia, uma garrafa de leite foi deixada na porta da casa dela, numa alusão ao corte no fornecimento de leite a escolas primárias, adotada por ela quando ministra da Educação, na década de 1970.

Nem precisamos elencar todos os méritos de Margaret Thatcher, que são muitos. Só lembrar que ela não criou uma ditadura em seu país, não teve presos políticos, não transformou seu país no reinado da prostituição de luxo (por questões de sobrevivência), não tem milhares de escravos e nem sedimentou seu poder sobre uma montanha de cadáver.

Ora, depois que os socialistas britânicos comemoraram a morte de Thatcher, nenhum deles possui qualquer moral para constranger quem comemore a morte de Fidel Castro. Moralmente, nem dá para compará-los. Fidel Castro era um psicopata, um genocida, um inimigo da humanidade.

Se alguém vier te constranger com esse joguinho dizendo “é absurdo comemorar a morte de alguém”, esfregue essa matéria do G1 na cara do embusteiro e exija evidências de que ele protestou diante daquela comemoração de 2013. Com certeza, a pessoa não apresentará provas de que ela ficou contra aquela comemoração. Portanto, tudo que ela terá é encenação para blindar um psicopata da justa comemoração.

Hoje é dia de festa!

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4 COMMENTS

  1. O culto à personalidade nas ditaduras comunistas é algo abjeto. Não foi o povo cubano quem construiu o suposto paraíso comunista. Mas sim Fidel. El comandante, o grande pai, o timoneiro de Cuba. Não se pode esperar nada de um povo que teve a individualidade tolhida. Um povo indolente e sem iniciativa. Por outro lado a individualidade do ditador foi exacerbada. O extremo oposto do igualitarismo prometido pelos revolucionários. Prefiro mil vezes as democracias capitalistas, aonde a concorrência e o equilíbrio de forças entre os indivíduos dificulta o surgimento de ditadores.

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