Ditadura cubana prende artista dissidente por ter celebrado morte do genocida Fidel

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A noite em Cuba parece ser eterna, e a morte do monstro Fidel ainda não aliviou a barra deste povo escravizado.

Lemos no Globo, que a polícia da ditadura prendeu o artista dissidente Danilo “El Sexto” Maldonado, declarado uma vez prisioneiro de consciência pela Anistia Internacional, depois de ele fazer um vídeo celebrando a morte de Fidel Castro. A afirmação veio nesta segunda-feira (28) de um grupo dissidente de direitos humanos e da namorada do artista.

O genocida Fidel morreu na sexta-feira aos 90 anos, uma década depois de ter se aposentado devido à saúde precária e ter passado o poder totalitário ao seu irmão, o atual ditador Raúl Castro.

Maldonado divulgou nas redes sociais no sábado um vídeo no qual ele critica o ditador morto e o chama de um “mare”, um termo pejorativo cubano. Como Cuba não é uma civilização democrática, um vídeo como esse pode constituir uma ofensa de “desrespeito”.

Maldonado, de 33 anos, já foi preso por tal acusação ao pintar os nomes “Fidel” e “Raúl” em dois porcos. Como se sabe, a ditadura cubana não não anuncia prisões e chama dissidentes de mercenários pagos pelos Estados Unidos. E ainda tem gente que homenageie um psicopata que estipulou um regime com tamanho desrespeito pela livre expressão…

Em tempo: ei, Estadão, a discussão entre quem rejeita a prisão de Maldonado contra quem a apoia também é parte de um “Fla-Flu”?

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1 COMMENT

  1. Sabe, no mesmo dia em que o Fidel Castro morreu, teve a piadinha do “Zorra” com os intervencionistas. E, como você comentou aqui e em outros textos, a “mainstream media” trata o cidadão como “controverso” e termos do tipo. Esse caso que você aborda nessa postagem em particular, e que não vai ser comentada nos grandes veículos, mostra o que eu estava comentando no meu blogue hoje sobre a piada do “Zorra” (http://avezdasmulheres.over-blog.com/2016/11/direita-crista-acabou-parte-26.html): a direita não conquistou um único canal na comunicação de massa tradicional, e passou o governo PT tentando empurrar as ideias bolorentas e falando mal da militância mais tosca para agradar os cabaços netos de coronel, então a esquerda brasileira, mesmo depois de uma Dilma Rousseff, vai continuar com o discurso de sempre porque não tem rivais intelectuais com que possa se preocupar.

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