Extrema-esquerda reclama por que alunos foram proibidos de apresentar trabalho de candomblé. Ué…

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Uma matéria do UOL comenta que alunos teriam sido proibidos de apresentar um trabalho sobre candomblé em uma escola particular. Num registro de vídeo, um grupo de alunos diz à diretora do colégio que vai apresentar um trabalho na Feira da Cultura sobre a  Pombagira, mas é proibido pela gestora do local. Leia mais:

O registro feito por celular mostra a discussão dos alunos com a diretora do Centro de Educação Trindade, localizado no bairro Águas Brancas. “Pombagira? Credo! Sangue de Jesus”, diz Ana Trindade, diretora e dona do colégio. “A senhora tem de respeitar outras religiões”, retruca o aluno Gabriel Ferreira, que propôs o tema. “Não, eu não sou obrigada a entender as outras religiões. Eu não quero e acabou!”, diz a gestora na conversa com o grupo de estudantes.

No vídeo, a diretora diz que a escola tem princípios cristãos. “Eu tenho que dizer pra vocês: aqui dentro da minha escola vai funcionar, vai se realizar e vai se apresentar o que eu achar que é de Deus. Nada de Pombagira aqui dentro”, declara Ana Trindade. “Mas a Pombagira Cigana é uma lenda cultural. A senhora respeite”, argumenta Gabriel.

O tema da Feira da Cultura do colégio este ano é “Construindo Valores”. De acordo com o estudante João Marcos de Souza, dentro da temática, foram determinados subtemas a cada turma da escola. ”A nossa sala ficou com ‘Lendas urbanas/Lendas Culturais’. Cada um escolheu sua lenda, fez seu projeto, alguns já tinham até comprado e alugado seus trajes. Dai alguns dias antes da Feira, chegou a história até a diretora que nós iriamos fazer ‘macumba’ na sala”, relata João Marcos.

Para o aluno, a reação da diretora foi intolerante. “Ela agiu de forma preconceituosa, falando que não aceitava ‘macumba’ na escola dela. Eu achei o ato totalmente desrespeitoso e tomei a frente da situação chamando meus colegas de classe para irmos até ela, dialogar sobre o fato. Nesse momento, o vídeo foi feito pela minha amiga. Eu já tinha plena consciência que o que eu tinha acabado de presenciar era crime, porém precisava de provas para que o crime fosse julgado e penalizado”, completa.

Ué! Não era a extrema-esquerda – que obviamente está levando esta reclamação a frente – que dizia que vigiar a atuação de professores, através do Escola sem Partido, seria um “autoritarismo”? Interessante notar que a regra aventada por eles mudou rapidinho, não é mesmo? E quanto às reclamações da esquerda quanto ao fato de professores declararem publicamente sua religião – normalmente cristã – e o quanto isso é “opressor”?

No caso, a liberdade religiosa ou a liberdade de cátedra, como chamam, é válida só para aqueles que concordam, mas para os que discordam isso simplesmente não existe.

Em tempo: essa reclamação dos alunos nesta escola tem tudo a ver com todas as reclamações feitas por alunos de direita que reclamam da opressão de extrema-esquerda em salas de aula. Mas mesmo assim eles não tem tanta razão assim, pois estão monitorando as atividades em uma escola particular, não em uma escola pública. Se a escola em questão é particular, eles não têm moral alguma para choradeira. Devemos discutir doutrinação e imposição de visões em escolas públicas, não em escolas particulares.

O que importa é que a extrema-esquerda, que ficou do lado dos alunos nesta questão do candomblé, perdeu a moral para reclamar do Escola sem Partido.

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5 COMMENTS

  1. Além do mais, a escola é PRIVADA, se os alunos não estão satisfeitos com as regras de lá, podem muito bem dirigirem-se a qualquer maravilhosa instituição PÚBLICA congênere, infestada de socialistas travestidos de professores.

    • A escola privada pode cometer os CRIMES que quiser. No caso, ela escolheu desrespeito a religião. A escola PÚBLICA não pode ensinar Educação Sexual para a SUA filha, porque VOCÊ quer que ela nunca tenha um orgasmo na vida, como a avó e a mãe dela. Já dizia Marx que quando os burgueses anticomunistas falavam em liberdade e democracia, a liberdade era para o Capitalismo e o povo da democracia era eles mesmos.

  2. Poxa, Luciano, este texto parece Paulo Enéas! Você acertou em dizer que “a extrema-esquerda – que obviamente está levando esta reclamação a frente – que dizia que vigiar a atuação de professores, através do Escola sem Partido, seria um ‘autoritarismo'”. Mas você pulou a parte de que nesse caso, mesmo os cricris do Movimento Negro estão cobertos de razão e com a parte que presta das nossas leis do lado deles. Mais do que isso: aqui, a esquerda tem, como diria você, um “frame” fantástico nas mãos. Vamos combater a doutrinação socialista com fundamentalismo caipira? Se o professor da escola pública não pode fazer constrangimento do aluno cristão antissocialista, por que o professor da escola privada pode cometer crime de ultraje a culto (art. 208 do Código Penal) contra uma religião que não é a cristã?
    Ops! Falando em Escola Sem Partido, a Steh Papaiano é de lá perto, né?

    • Ferinha, há uma questão liberal/libertária inserida no contexto, que em se tratando do seu comentário, só há duas possibilidades:
      1) Se vc não for uma socialista e/ou feminazi e/ou ativista de minorias, então eu diria que foi falta de percepção;
      2) Se vc for uma socialista e/ou feminazi e/ou ativista de minorias, então é mau-caráter mesmo!
      Porém, com a sua citação: “Já dizia Marx que quando os burgueses anticomunistas falavam em liberdade e democracia, a liberdade era para o Capitalismo e o povo da democracia era eles mesmos”, não restam dúvidas de que vc está enquadrada no item 2).
      Analisando o CP:
      “Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.
      E lembrando que, quando não explicitada a forma culposa, todo o crime capitulado no CP só admite a forma DOLOSA, ou seja, indiscutivelmente intencional. Assim, vc está perfeitamente enquadrada na possibilidade 2), mau-caráter socialista (aliás, é um pleonasmo). A escola é privada e, não cometeu crime algum e, no que concerne à discricionariedade de ações, a escola privada está perfeitamente dentro dos limites legais. Quem gosta de “leizinha” para pautar todos os aspectos da vida do cidadão é a turma do socialismo, gente que não entende que não faz o menor sentido um torcedor com a camisa do Palmeiras tentar entrar em um evento privado fechado para uma festa do Corinthians. Além disso, o Luciano chama atenção para o fato de que a esquerdalha tem ódio quando os alunos filmam e expõem a doutrinação disfarçada de aula dos socialistas travestidos de professores de História/Geografia/Filosofia, contudo os mesmos esquerdopatas não vêem problema algum nos alunos filmarem a contrariedade da professora quanto ao tema “pombagira” dos alunos. Resumindo o post do Luciano: “Os 2 pesos e as 2 medidas dos esquerdopatas”, ou mesmo: “O eterno duplo padrão moral da esquerda”. Você quer ver o que é exemplo de enquadramento no Art. 208 do CP? segue o link:
      http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/07/odio-anti-catolico-na-marcha-das-vadias.html
      Atentar para o detalhe das “belas atitudes” do “ativista” enfiando a cabeça da imagem de Maria, um dos símbolos maiores do catolicismo, no ÂNUS. Nem preciso dizer que todo esse ativismo é 100% DE ESQUERDA.

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