A bancada da chupeta vai pedir a benção do chefe da quadrilha para bater de frente com Renan

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Os petistas vinham evitando esse tema até hoje, mas ele se tornou inevitável: a saída de Renan Calheiros.

É claro que a esta altura, uma renúncia é meramente simbólica, já que o mandato do senador como presidente da casa dura só até o fim do ano. No entanto, o simbolismo possui valor político. Para Renan, renunciar ou ser derrubado de seu cargo é uma mancha muito ruim em seu já controverso histórico. Ainda mais porque ele já renunciou uma vez, há anos atrás.

O fato é que os senadores petistas ainda estão meio indecisos sobre bater ou não bater em Renan, e para isso vão pedir a benção de Lula, o patrão, o chefe de toda a quadrilha. Aliás, nem poderia ser diferente. Renan e Lula são aliados de longa data, e o vice de Renan é Jorge Vianna, do PT.

Uma curiosidade sobre o caso é que em 2007, quando Renan renunciou a presidência do Senado, quem assumiu o cargo foi Tião Vianna, irmão de Jorge e também petista. Mais uma clara evidência de que a aliança entre Calheiros e os petistas é antiga.

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