A extrema-esquerda que ataca áudios de Lula e Dilma validou áudio de Calero

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Um dos principais argumentos da extrema-esquerda a favor da lei de abuso de autoridade – feita de encomenda para tentar salvar Lula e outros corruptos do mesmo escalão – se sustenta na xingação contínua lançada contra Sérgio Moro.

Monstros como Lindbergh, Gleisi, Requião e outros petistas, psolistas e pcdobistas só não chamam Moro de santo. De resto, já o xingaram de tudo, principalmente após a intercepção feita por ele de conversas entre Lula e Dilma.

Evidentemente, a revelação destes áudios deu um empurrão no impeachment de Dilma. A ditadura petista tem razão ao se enfurecer com os famosos áudios de março.

A argumentação da escória hoje tem este padrão: “Sérgio Moro cometeu abuso de autoridade ao gravar Lula e Dilma”. Segundo esta linha “argumentativa”, um presidente não pode ser gravado.

Mas eis que nas últimas semanas surgiu a notícia de que haveria uma gravação “bombástica” feita pelo ex-ministro Marcelo Calero de uma conversa com o presidente Michel Temer. Repare: ele gravou um presidente. Toda a extrema-esquerda parecia um pinto no lixo, de tanta felicidade e empolgação, ambas desfeitas após a divulgação aos áudios na segunda, mostrando que não havia nada de comprometedor contra Temer.

Como era de se esperar, os petistas e seus sicários não deram um pio a respeito do tema “abuso de autoridade” ao tratar a requisição da PF no uso das gravações de Calero.

Observe que as gravações de Calero foram utilizadas pela polícia. Logo, encontram ainda menos respaldo que os áudios de Lula e Dilma – estes sim comprometedores, e que deveriam ter levado a ex-presidente para a cadeia -, pois aqui falávamos de gravações autorizadas pela justiça.

Como se vê, a cada vez que a extrema-esquerda grita que “há abuso de autoridade” temos o sinal de que apenas querem proteger Lula.

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